terça-feira, 1 de março de 2016

[223] TURISMO: PLANO MAIOR - 1997-2000-2010 - PLANO CHIAS - Plano Estratégico de Desenvolvimento Turístico do Maranhão; Chias Marketing.


Governo Roseana Sarney

Plano Estratégico de Desenvolvimento

Turístico do Maranhão

Metodologia de FOFA (Fortes Oportunidades e Fracas Ameaças)

 

PLANO MAIOR - 2000-2010

“Plano Chias”
Documento: Informe Executivo

FASE 1: Elaboração do Plano: [1998/2000]
               I.     Diagnóstico
             II.     Definição das Estratégias
           III.     Plano Operacional (concluído em janeiro/2000).

FASE 2: Implantação do Plano, em duas etapas:
Ø Estruturação (período de 2000 a 2003) e
Ø Consolidação (de 2003 a 2010).
REGIONALIZAÇÃO do Estado em cinco Pólos de Interesse
Polo 1: ILHA DE SÃO LUÍS
Polo 2: LENÇÓIS MARANHENSES
Polo 3: DELTA DAS AMÉRICAS [DELTA DO RIO PARNAÍBA, MA/PI]
Polo 4: FLORESTA DOS GUARÁS
Polo 5: CHAPADA DAS MESAS

Coordenação: Josep Chias

Empresa de consultoria: Chias Marketing [www.chiasmarketing.com]
Barcelona, Espanha / Rio de Janeiro, RJ.
São Luís, Maranhão, 2003.


 

Morre [Josep CHIAS] o idealizador do Plano Maior de Turismo do Maranhão

Fonte: Guia Pan Rotas; 14 de Dezembro de 2010
Acesso RAS em 29fev2016

 

Josep Chias, faleceu no último sábado, na cidade de Barcelona (Espanha).


Idealizador do Plano Maior, lançado pela governadora Roseana Sarney, em 1998, para dinamização do turismo, Josep Chias, faleceu no último sábado (11dez2011), na cidade de Barcelona (Espanha), onde residia. Ele era presidente da Chias Marketing e uma referência em marketing turístico em todo mundo.

Josep tinha 64 anos e vinha lutando contra um câncer de pulmão já há alguns meses. No Brasil, ele se destacou pelos planos de turismo Aquarela, que definiu a política de marketing turístico internacional do Brasil, e o Plano Maior, criado especialmente para o Maranhão, que estava sendo revisado para um novo lançamento.

Chias é também autor do livro “Turismo: o negócio da Felicidade”, no qual aborda o desenvolvimento e marketing turístico de vários lugares. Durante os mais de 25 anos dedicados ao marketing e ao turismo proferiu mais de 400 conferências, escreveu 300 artigos e publicou 15 livros. Josep Chias sempre foi um entusiasta em relação ao Brasil, principalmente à organização da Copa do Mundo, em 2014, e das Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

Um dos trabalhos mais conhecidos de Chias aconteceu paras as Olimpíadas de Barcelona, em 1992, um dos melhores e mais bem sucedidos exemplos de como um evento de grande porte pode ser benéfico para uma cidade, deixando um legado importante para a população local e aos turistas.



Faleceu em Barcelona Josep Chias [11dez2011]


Fonte: Blog Paraty on line; 18dez2012; (BRUNA MONTEIRO DE BARROS)
Acesso RAS em 29fev2016.

O consultor internacional Josep Chias, contratado para traçar o Plano de Desenvolvimento do Turismo Cultural de Paraty alguns anos atras, faleceu em Barcelona, vitima de câncer no pulmão (em 11dez2011),.
O criador do Plano Aquarela, do Plano Catarina e do Plano Maior do Maranhão, o marqueteiro espanhol Josep Chias, era o presidente da Chias Marketing. Tanto no Brasil como na Espanha, a empresa continua com a direção das sócias M. Angels Serra, em Barcelona, e Patrícia Servilha no Brasil.


Sobre Paraty, Chias considerava que a cultura é tudo aquilo que não é natureza. Coloca assim, entre os atrativos culturais de Paraty seu patrimônio histórico, museus, manifestações artísticas, festas populares, gastronomia, eventos culturais e entretenimento e lembra que a paisagem visual faz parte da paisagem cultural. “Uma cidade que não é boa para o morador não pode ser boa para o turismo”, disse, cutucando a sociedade sobre a importância de o cuidado com a cidade partir dela própria.
Chias foi o criador do plano de marketing que transformou a cidade de Barcelona para as Olimpíadas de 1992 e a tornou uma das mais visitadas por turistas no mundo. Josep Chias sempre foi um entusiasta em relação ao Brasil, principalmente à organização da Copa do Mundo, em 2014, e das Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.
Apaixonado pelo Brasil, e dono de imensa simpatia e  figura carismática, Josep Chias dizia que o jeito de ser dos brasileiros seria referência de sucesso no mundo.
Chias atuou no Brasil por 15 anos. No país, publicou o livro “Turismo: o negócio da Felicidade” sobre desenvolvimento e marketing turístico de lugares. Formado em engenharia pelo I.Q.S da Universidade Ramon Llull, em Barcelona, com mestrado pelo MBA da ESADE (Escola Superior de Administração e Direção de Empresas) e Doutor Ph.D em Management Sciencies, Josep Chias trabalhava atualmente no Plano Maior 2020 – Plano de Turismo do Estado do Maranhão, no Plano São Luís – Provendo a Cidade e no Plano Catarina – Plano de Marketing Turístico do Estado de Santa Catarina.



Falece em Barcelona Josep Chias [11dez2011]

Fonte: Portal Mercado & Eventos.
Por: Josep Chias [???]; Publicado em: 13/12/2011 - 00:00


O criador do Plano Aquarela; do Plano Catarina e do Plano Maior do Maranhão; o marqueteiro espanhol Josep Chias; presidente da Chias Marketing; faleceu neste final de semana; em Barcelona; vitima de câncer no pulmão. Tanto no Brasil como na Espanha; a empresa continua com a direção das sócias M. Angels Serra; em Barcelona; e Patrícia Servilha no Brasil.
Chias foi o criador do plano de marketing que transformou a cidade de Barcelona para as Olimpíadas de 1992 e a tornou uma das mais visitadas por turistas no mundo. Josep Chias sempre foi um entusiasta em relação ao Brasil; principalmente à organização da Copa do Mundo; em 2014; e das Olimpíadas do Rio de Janeiro; em 2016. Apaixonado pelo Brasil; e dono de imensa simpatia e figura carismática; Josep Chias dizia que o jeito de ser dos brasileiros seria referência de sucesso no mundo.
Chias atuou no Brasil por 15 anos. No país; publicou o livro "Turismo: o negócio da Felicidade" sobre desenvolvimento e marketing turístico de lugares.
Formado em engenharia pelo I.Q.S da Universidade Ramon Llull; em Barcelona; com mestrado pelo MBA da ESADE (Escola Superior de Administração e Direção de Empresas) e Doutor Ph.D em Management Sciencies; Josep Chias trabalhava atualmente no Plano Maior 2020 – Plano de Turismo do Estado do Maranhão; no Plano São Luís – Provendo a Cidade e no Plano Catarina – Plano de Marketing Turístico do Estado de Santa Catarina.



Novo Plano de Desenvolvimento Turístico [do Pará] será entregue em dezembro

Adenauer Góes, presidente da Paratur e do Fomentur, explicou que o processo de atualização do plano contará com a participação de todos

Fonte; Portal Estado do Pará; Paratur; via [27abr2011]
http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?p=76745965

Dezembro é o mês previsto para a entrega à Companhia Paraense de Turismo (Paratur) do novo Plano de Desenvolvimento Turístico do Estado do Pará, pela empresa CHIAS MARKETING, contratada para atualizar o documento que norteará a política de turismo paraense. O prazo foi informado ao trade turístico paraense na última segunda-feira (25abr2011), durante reunião ordinária do Fórum de Desenvolvimento Turístico do Estado do Pará (Fomentur).
Na reunião, Adenauer Góes, presidente da Paratur e do Fomentur, explicou que o processo de atualização do plano contará com a participação de todos, começando pela retomada do slogan "Pará: A Obra-Prima da Amazônia", que durante muitos anos foi marca registrada dos produtos comercializados no mercado nacional e internacional.
Apenas a logomarca desse slogan, uma arara azul, deve ser reformulada no novo plano, para se adequar ao processo de comercialização do Pará como destino turístico prioritário da Amazônia.
"A Chias Marketing é uma empresa de origem espanhola, assim como a THR, empresa que fez a primeira edição do plano, há cerca de 10 anos, e por isso mesmo entenderá a dinâmica. Conhece o Brasil de forma consistente, a Amazônia e o Pará, que indiretamente faz parte do Plano Aquarela", disse Adenauer, ao destacar que a empresa precisará do apoio do corpo administrativo e técnico da Paratur, assim como do trade, especialmente dos membros das quatro câmaras temáticas do Fomentur.
"Nossa empresa sempre quis fazer um trabalho na Amazônia", garantiu Patrícia Sevilha, ao informar que a Chias Marketing tem 26 anos de experiência na área e é responsável, entre outros, por planos de turismo para Rio de Janeiro, São Paulo, Maranhão, Bahia, Paraíba, Minas Gerais (Belo Horizonte), e países como Espanha, Argentina (especificamente para a capital, Buenos Aires), e diversas cidades eleitas patrimônio da humanidade.
"Não vamos fazer totalmente um novo plano porque os conceitos já estão construídos. Mas o plano tem 10 anos e muitas ações foram feitas, outras não", destacou Patrícia, para quem a prioridade é rever metodologias e principalmente informações.
Divulgação - Também foi pauta do Fomentur o XXVIII Congresso da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet), cujo projeto foi apresentado ao setor empresarial, a representantes de municípios, entidades e governo do Estado, por Helcio Estrella, presidente da Abrajet Nacional, e João Ramid, da Abrajet Pará.
"O evento, que ocorrerá de 22 a 27 em Belém, Marajó e outros polos, é uma oportunidade única de divulgação do Pará pelos 250 jornalistas que vão participar do congresso", explicou João Ramid, ao informar que o Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia sediará o jantar de abertura, com show cultural no dia 22, e palestras ao longo do dia 23. De 24 a 26, os jornalistas, em grupos, realizarão press trip nos demais polos turísticos, retornando para o evento de encerramento em Belém dia 27, quando se comemora o Dia Mundial do Turismo.
"Imaginem 50 reportagens especializadas em turismo, ou mais, sendo publicadas em todo o Brasil e no exterior", destacou Adenauer Góes, ao informar o apoio do governo do Estado ao evento, que para ele deve ter adesão de todo o setor. Adenauer disse que tem buscado parcerias para o congresso, como fez na Guiana Francesa, onde participou do Salão de Turismo da Guiana, este mês.
Adenauer Góes finalizou a reunião distribuindo aos membros do Fomentur o livro "Turismo - O Negócio da Felicidade: Desenvolvimento e Marketing turístico de países, regiões, lugares e cidades", de Josep Chias, e marcou para 27 de junho a próxima reunião do Fomentur, formado por mais de 40 entidades.



Plano de marketing [de Santa Catarina, by Josep Chias, Marketing]

Fonte: Portal da Revista de Hotelnews; edição 351; 24 de set de 2009
Site/blog: www.revistahotelnews.com.br/portal/materia.php?id_materia=68

Porto Belo, SC
Aponta enfoque adequado para atrair público-alvo

Com o desafio de obter vantagem competitiva sustentável no turismo, Santa Catarina investe em um plano de marketing, que envolve gestores de nove regiões do Estado. Está previsto que, até o final deste ano, estará concluído o diagnóstico sobre as potencialidades desses destinos, análise que sedimentará as estratégias de promoções de produtos e serviços, no Brasil e no exterior, motivando maior fluxo turístico e o consequente aumento de emprego e receita, minimizando a sazonalidade do setor.
Essa explicação é de Flávio Agustini, diretor de marketing da Santur (Santa Catarina Turismo), empresa de economia mista vinculada à Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esportes, que contratou, em maio passado, a Chias Marketing para a elaboração deste planejamento. Com essa iniciativa, Santa Catarina tem como expectativa se inserir no ranking dos Estados que, há anos, são preferência dos turistas: Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Bahia.
A conquista e a consolidação dessa posição é um processo que demanda tempo, portanto, um plano de marketing tem efeitos evidenciados em longo prazo. Santa Catarina tem como parâmetro o ano de 2020. Assim, não se trata de uma ação de governo (reeleito a cada quatro anos), sendo preponderante para o sucesso a participação de toda a cadeia produtiva do turismo. “Todos devem opinar e isso pode ser feito por meio do Conselho Estadual do Turismo”, afirma Flávio. Acrescenta que, atualmente, Santa Catarina traça suas promoções tendo como premissa a segmentação do turismo (lazer, negócios, ecoturismo, religioso, etc.), abrangendo os nove núcleos do Estado: Grande Florianópolis, Caminho dos Príncipes, Rota do Sol, Encantos do Sul, Caminho dos Cânions, Vale Europeu, Vale do Contestado, Serra Catarinense e Grande Oeste.
Para delinear um diagnóstico turístico de Santa Catarina, nos últimos meses, a Chias Marketing visitou os principais destinos do Estado e realizou pesquisas de opinião com turistas e moradores catarinenses. As conclusões desses trabalhos deverão ser apresentadas até o final deste ano.
Estratégica em turismo
Indagado sobre a influência de um planejamento turístico de destinos nos negócios da hotelaria e do food service, Josep Chias, presidente da Chias Marketing, sintetiza: “depois de ter feito mais de cem planos de turismo no mundo, considero que esse planejamento é básico para o desenvolvimento de todos os setores econômicos do destino. É um marco de referência para os investimentos. Eu vi no mundo lugares que ninguém conhecia e depois de um bom planejamento chegou ao cenário internacional”.
O renomado profissional tem comprovado ao mundo a inexorável importância do planejamento de marketing para transformar um lugar em exclusivo destino turístico. Atuou na candidatura de Barcelona (Espanha) aos Jogos Olímpicos de 1992, participou do primeiro plano de marketing turístico espanhol e, desde 1990, desenvolve atividades no Brasil, destacando-se os planos: Maravilha (cidade do Rio de Janeiro), Maior (Maranhão), Mar de Cultura (Paraty - RJ), Aquarela (Marketing Turístico Internacional do Brasil) e Cores do Brasil (Marketing Turístico Interno).
Na opinião de Chias, o crescimento turístico do Brasil vai acontecer quando “as questões de acessibilidade aérea forem sanadas”. Enfatiza: “neste momento, esses problemas estão sendo resolvidos e isso deve gerar um novo mercado turístico.”
Ele assevera que é preponderante a participação de todos os setores da cadeia do turismo para o sucesso do plano. Afirma que acompanha a implantação dos planejamentos que elabora e, muitas vezes, tem a chance de interferir para corrigir erros dessa rota. Para os profissionais da hotelaria e do food service, manda um recado: “confie em seu País. O Brasil tem futuro promissor”.
Chias sintetizou os conceitos e as práticas do “MARKETING DE DESTINOS TURÍSTICOS” no Salão do Turismo 2009, realizado em julho no Anhembi, em São Paulo, programa inserido no Núcleo do Conhecimento, com a mediação de Márcia Godinho (consultora de marketing de Porto Alegre - RS) e participação da executiva Ana Cristina Costa e Silva.
CINEMA E TURISMO
Cinema e turismo têm um denominador comum: projetam sonhos. Essa compreensão antiga se perpetua na história, indicando a grande importância (na atualidade) do cinema como meio de divulgação de um roteiro de viagem, uma localidade ou um hotel.
Esse tema foi apresentado pela brasiliense Ana Cristina, presidente do Instituto Dharma (MTur) e da Aliança Brasileira de Film Commissions, além de produtora especializada na captação de filmes e séries para TV internacionais para o Brasil.
Ela ressaltou que “especialistas do exterior reconhecem que o Brasil - país de dimensão continental, com paisagens diversificadas - é um dos mais promissores destinos de produções audiovisuais transnacionais da atualidade”. Sobre o cinema brasileiro, ponderou: neste aspecto, o Brasil expõe uma de suas contradições. Enquanto o MTur contrata o renomado Chias para traçar planos que colocarão o País no topo das opções turísticas do mundo, preponderantemente, o cinema brasileiro apresenta histórias e cenas que demonstram a nossa fragilidade para garantir segurança e, portanto, qualidade de vida. Há pouca divulgação sobre a infraestrutura existente e os recursos naturais e culturais que podem gerar experiências prazerosas.
Ana citou exemplos internacionais de como o cinema influencia na divulgação de destinos e empreendimentos.

Leia “Turismo cinematográfico: o turista na sala do cinema” (em “Opinião”) no site.





Fonte: Blog camaleão; Atualizado em 18/11/2009

Objetivo:

Visa divulgar, promover e comercializar as potencialidades turísticas dos pólos e municípios maranhenses para o mercado interno e externo.

PROGRAMAÇÃO DO SALÃO DE TURISMO DO MARANHÃO 2009 
DATA
HORÁRIO
ATIVIDADE
ONDE
25/11/09

19:00
Solenidade de abertura
Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana
20:00
Show Musical e Degustação de comidas típicas aberto ao público
Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana e Multicenter SEBRAE
26/11/09 a 28/11/09
MOSTRA DOS PÓLOS
09:00 às 20:00
Pólo São Luís
Espaço do Multicenter SEBRAE
09:00 às 20:00
Pólo Munim
Espaço do Multicenter SEBRAE
09:00 às 20:00
Pólo Floresta dos Guarás
Espaço do Multicenter SEBRAE
09:00 às 20:00
Pólo Amazônia Maranhense
Espaço do Multicenter SEBRAE
09:00 às 20:00
Pólo Lagos e Campos Floridos
Espaço do Multicenter SEBRAE
09:00 às 20:00
Pólo dos Cocais
Espaço do Multicenter SEBRAE
09:00 às 20:00
Pólo Delta das Américas
Espaço do Multicenter SEBRAE
09:00 às 20:00
Pólo Lençóis Maranhenses
Espaço do Multicenter SEBRAE
09:00 às 20:00
Pólo Chapada das Mesas
Espaço do Multicenter SEBRAE
09:00 às 20:00
Outros municípios
Espaço do Multicenter SEBRAE
26/11/2009
PALESTRA MAGNA:
Ministério do Turismo Auditório Darcy Ribeiro 
09:às 12:00
26/11/09
REUNIÕES TÉCNICAS
14:00 às 15:30
Reuniões técnicas com prefeituras
Sala Cais da Sagração
26/11/09
ENCONTRO DAS 1ª DAMAS
16:00 às 17:30
Palestra
Sala Cais da Sagração
27/11/2009
RODADA DE NEGÓCIOS
09:00 às 12:30
Encontro de agências e operadoras convidadas e fornecedoras locais para negociações
Auditório Terezinha Jansen   

Treinamento para os Operadores e Jornalistas
09:00 às 12:30
Exposição dos serviços e produtos das empresas maranhenses para as empresas convidadas
Sala Cacuriá e Sala de Trabalho A
27/11/09
CTI NORDESTE
15:00 às 18:00
Reunião com secretários de Estado do Nordeste
Sala Cais da Sagração 
27/11/09 a 28/11/09
CINEMOTECA   ( Programação a ser definida)
10:00 às 18:00
Filmetes dos municípios e Projeção de filmes maranhenses
Espaço criado no Multicenter SEBRAE
  NÚCLEO DO CONHECIMENTO
26/11/09 a 28/11/09
NÚCLEO DO CONHECIMENTO

CREDENCIAMENTO/ ENTREGA DE MATERIAL
25/11/09 a 28/11/09
09:00 às 17:00
Credenciamento para o Núcleo do Conhecimento

26/11/09 a 28/11/09
ESPAÇO DEBATES & EXPERIÊNCIAS – Palestras e Oficinas
Palestras e oficinas com conferencistas renomados (programação específica no site)

  MANIFESTAÇÕES CULTURAIS
PALCO DO MULTICENTER SEBRAE
25/11/09
20:00 às 22:00
Apresentações de diversos sotaques de Bumba meu boi
Espaços do Multicenter SEBRAE
26/11/09 a 28/11/09
17:00 às 20:00
Apresentações dos municípios
Palco do Multicenter SEBRAE
PALCO DO CENTRO HISTÓRICO
27/11/09
17:00 às 22:00
Bandas e convidados
Praça Nauro Machado/ Praça dos Catraeiros/ Praça da Cultura

21:00
Alcione e Banda
Praça Nauro Machado

17:00
Mostra do Carnaval - Cortejo pelo Centro Histórico com saída da Praça Deodoro




 

Maranhão lançará Plano Maior 2020 durante ABAV [Feira das Américas 2011]


Fonte: Guia PAN Rotas; out2011
Acesso RAS em 29fev2016

Destinos , Patrícia Servilha, da Chias Marketing, afirma que o primeiro objetivo é levar 2,6 milhões de turistas por ano ao Maranhão até 2014
Patrícia Servilha, da Chias Marketing, afirma que o primeiro objetivo é levar 2,6 milhões de turistas por ano ao Maranhão até 2014

O Plano Estratégico de Turismo do Estado do Maranhão, conhecido como Plano Maior, terá a segunda edição lançada no dia 19out2011 (quarta-feira), às 16h, durante a Feira das Américas - Abav 2011, nas salas 204 A e 204 B do Pavilhão 5. A primeira versão do projeto foi inicialmente elaborada em 1997, durante o governo Roseana Sarney, e tinha como objetivo traçar os planos gerais do Estado para o período de 2000 a 2010.
A iniciativa, entretanto, foi encerrada três anos depois por conta da “mudança do governo estadual e falta de sintonia entre o setor privado”, afirma a diretora da Chias Marketing, Patrícia Servilha, empresa responsável pela promoção das duas edições do plano.
“Para elaborar o Plano Maior 2020, visitamos 68 municípios com potencial turístico indicados pelo Estado e realizamos análises e pesquisa com a população local, turistas e cerca de 50 operadoras”, diz Patrícia. O trabalho foi realizado por 11 pessoas, em conjunto com as secretarias de Turismo de Estado e das cidades, durante dez meses.
METAS
Na primeira edição, o objetivo do Plano Maior, cujo investimento foi de R$ 180 milhões, era trazer 1,5 milhão de turistas por ano ao Estado até 2010. Mesmo interrompida em 2003, a ação superou as expectativas e levou, já em 2009, 1,7 milhão. Para o Plano Maior 2020 – no qual o orçamento, somente no primeiro ano, terá R$ 50 milhões –, a primeira meta é levar 2,6 milhões de turistas por ano. Uma verba de R$ 40 milhões, proveniente do Prodetur, será destinada para utilização unicamente na capital São Luís. “É importante ressaltar que os valores para o plano atual não são estimativas. Já passaram pelos trâmites legais e serão aplicadas no destino”, destaca Patrícia.
MARKETING
Uma ação integrada com divulgação do Plano Maior será realizada em 11 Estados e em países da Américas do Sul e do Norte, além de Portugal, da França, da Alemanha e da Itália. “Durante a Abav, vamos apresentar novos roteiros, capacitação do trade local, os investimentos em infraestrutura e o desenvolvimento de organização e gestão para o turismo”, concluiu ela.




Plano de Turismo do Maranhão é lançado em Congresso [da ABAV 2011]

Com o slogan “Maranhão Único”, o Plano Maior 2020 - Plano Estratégico de Turismo do Maranhão foi lançado, nesta quarta-feira [19out2011]

Fonte: Site da ACM – Associação Comercial do MA; 19out2011
http://www.acm-ma.com.br/noticias/227-plano-de-turismo-do-maranhao-e-lancado-em-congresso



Com o slogan “MARANHÃO ÚNICO”, o Plano Maior 2020 - Plano Estratégico de Turismo do Maranhão foi lançado, nesta quarta-feira (19out2011), no Congresso da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), evento que acontece no Rio Centro Exhibition & Convention. Presentes os secretários de Estado de Turismo, Jura Filho; e de Comunicação do Maranhão, Sérgio Macedo.
Também participaram a secretária Nacional de Políticas de Turismo, Bel Mesquita; o secretário de Turismo do Piauí, Silvio Leite; o deputado estadual maranhense Roberto Costa, secretários dos municípios turísticos do estado; operadores e agentes de viagem.
Durante o lançamento, foi apresentado pela consultora da empresa Chias Marketing, Patrícia Sevilha o processo de elaboração do documento, a nova logomarca do turismo do Maranhão, o vídeo promocional dos polos turísticos, além do website www.maranhaounico.com.br que oferecerá ao visitante novas possibilidades de interação. “Apresentamos hoje, aqui, o resultado do trabalho de 10 meses, onde traçamos o diagnóstico do turismo no estado para os próximos 10 anos, além de apresentarmos a nova logomarca ‘Maranhão Único’”, explicou.
Idealizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo (Setur), e executado pela consultoria Chias Marketing, o Plano Maior 2020 - Plano Estratégico de Turismo do Maranhão norteará as ações do estado. A partir da retomada do Plano, o Maranhão inicia um processo de recuperação de todo seu potencial turístico para, se consolidar como alternativa de desenvolvimento econômico do estado, gerando emprego e renda.
De acordo com o secretário de Turismo do Maranhão, Jura Filho, o plano, agora oficialmente lançado, vai trabalhar uma macro ação de promoção, divulgação e incremento das regiões turísticas do estado. “Por determinação da governadora, Roseana Sarney, já iniciamos as ações previstas no plano. Na primeira etapa do Plano Maior 2020, estão previstos recursos de R$ 50 milhões para projetos de melhoria de urbanização e saneamento além de um vasto material promocional”, detalhou.
No plano constam informações sobre os 10 polos turísticos maranhenses e suas rotas, atrativos e sistemas de gestão, além de dados de infraestrutura. Os polos foram classificados por ordem de importância e divididos em três categorias: indutores (São Luís, Lençóis e Chapada das Mesas), estratégicos e de desenvolvimento. Além disso, o Plano segmentou as localidades por temas: turismo de aventura, cultura, ecoturismo, entretenimento, praias, negócios, turismo histórico e náutico.
Em âmbito internacional, o Plano, mapeou mercados emissores com maior potencial para o Maranhão e definiu estratégias de comunicação entre turistas e o trade. Até 2020, o Plano Maior 2020 estima que a atividade turística no estado cresça o mínimo de 10% e prevê a entrada de 2,6 milhões de turistas no Maranhão até 2014.

MARANHÃO, ÚNICO!
A campanha será divulgada em duas fases e para dois públicos distintos: o consumidor final e o trade turístico. A primeira etapa foi iniciada no Congresso da Abav e Feira das Américas com o lançamento do novo posicionamento turístico do Maranhão. Diversas ações na mídia nacional e internacional estão programadas até o final do ano.
Já a segunda fase da campanha, focando na promoção e oferta dos principais destinos maranhenses, tem início previsto para maio de 2012. O novo portal também integra as ações do turismo do Maranhão. O website www.maranhaounico.com.br vai oferecer ao visitante novas possibilidades de interação.
O portal traz folhetos dos destinos, mapa detalhado para os profissionais do setor de turismo e ambiente bilíngüe conectado às redes sociais. A previsão é que a partir de novembro, o novo portal entre em operação e com ele uma campanha publicitária online.
Abav 2011
A Feira das Américas, promovida pela Associação Brasileira das Agencias de Viagens (Abav) teve início, nesta quarta-feira (19), com abertura do ministro do Turismo, Gastão Vieira, o presidente da Abav Nacional, Carlos Alberto, a apresentadora Xuxa Meneguel, entre outros convidados.
O evento será realizado até sexta-feira (21), no Rio Centro Exhibition & Convention.
Secom estadual







 

APRESENTAÇÃO DO PLANO MAIOR 2000-2010

INFORME EXECUTIVO

O imenso potencial turístico do Maranhão sempre foi reconhecido como um dos mais importantes recursos estratégicos para a promoção de seu desenvolvimento econômico. A situação geográfica privilegiada do Estado responde pela grande variedade de ecossistemas aqui encontrados, reunindo características de pelo menos três regiões brasileiras: Norte, Nordeste e Centro-Oeste. É detentor da segunda maior costa marítima do País, em que se estende, majestoso, o único delta em mar aberto das América, com suas dezenas de ilhas, compondo um cenário de belezas inigualáveis.
No complexo das nossas inúmeras atrações, inclui-se a mais diferenciada paisagem de todo o Brasil: o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Com uma área equivalente à cidade de São Paulo, é um aglomerado de lagoas, cercadas por enormes dunas, que oferece ao visitante uma visão que transcende à imaginação. No aspecto urbano, a cidade de São Luís destaca-se pela singularidade e relevância dos seus aspectos histórico-culturais. A capital, onde se levanta o maior conjunto arquitetônico de origem civil portuguesa, faz merecer o honroso título de PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE, outorgado pela UNESCO, em 1997.
Entretanto, durante muitos anos, nenhuma ação consistente, com base num planejamento sério e aprofundado nas nossas reais possibilidades de exploração do turismo, foi objeto de metas prioritárias do Governo.
Fazia-se, pois, necessária a elaboração de um projeto sustentado em dados precisos, que pudessem garantir a implementação de uma política de investimentos no setor, visando, sobretudo, à solução dos problemas sociais, através da geração de emprego e renda.
O meu governo encarou o desafio. Consciente de que os procedimentos empíricos até então adotados não condizem com as diretrizes atuais da economia globalizada do mundo moderno, investiu num abrangente planejamento, que envolveu pessoal técnico de reconhecida capacidade, resultando no mais completo e bem elaborado documento que já se produziu no Maranhão sobre a indústria do turismo: o PLANO MAIOR.
Lançado ao público em janeiro deste ano [2000], estabelece a regionalização do Estado em cinco Pólos de Interesse, considerando a homogeneidade e proximidade de atrativos. Os mais importantes, já há algum tempo, vêm recebendo investimentos e encontram-se em fase final de estruturação, enquanto outros só agora começam a se consolidar.
Além de prever um programa que permita o desenvolvimento de um segmento importante para a economia do Estado, garantindo a melhoria da qualidade de vida da população, o PLANO destaca a importância da preservação dos ecossistemas na exploração sustentável dos recursos naturais, para o que conta com a participação de todos os cidadãos.
Portanto, é com grande satisfação que levo ao conhecimento público o presente INFORME EXECUTIVO, que detalha métodos adotados e metas a serem alcançadas, reafirmando que as aspirações do povo que, por duas vezes me elegeu Governadora, é que, de fato, orientam os meus atos administrativos.

Roseana Sarney
Governadora do Estado


1 - Caracterização do Estado

Com uma superfície de 333.365,6 km2 , o Maranhão é o oitavo estado do Brasil e o segundo do Nordeste.  Limita-se, ao norte, com o Oceano Atlântico – 639,5km; a leste e sudeste, com o Estado do Piauí – 1.365km; ao sul e sudoeste, com o Estado do Tocantins – 1.060km; a oeste, com o Estado do Pará – 798km.
Seus pontos extremos são: ao norte, o Farol de Pedra Grande; ao sul, a nascente do Rio Águas Quentes; a leste, o Rio Parnaíba, defluência com Rio Iguaraçu; e a oeste, a confluência dos Rios Tocantins e Araguaia.
Segundo o IBGE, no ano de 1999, o Estado do Maranhão contava com uma população de 5.418.349 pessoas, correspondendo a 11,0% do total do Nordeste, o que lhe garantia a condição de quarto estado, em número de habitantes, de toda a Região. O ritmo de crescimento da população estadual tem mostrado tendência de desaceleração, atingindo uma taxa de 1,1% nos últimos anos. A capital do Estado, São Luís, localizada na ilha de São Luís, possuía então uma população estimada de 837.588 habitantes.  A segunda cidade mais populosa é Imperatriz, às margens do rio Tocantins, com 224.564.
Predominam no Maranhão os seguintes tipos de clima: quente úmido (Oeste), quente semi-úmido (Norte e Sul) e quente semi-árido (Leste).
Referida tipologia favorece a uma temperatura média de 30º, com a mínima situando-se em 20,3º e a máxima em 40,0º.
De acordo com a SUDENE, em 1998, o PIB do Maranhão era de R$ 13,3 bilhões, correspondendo a cerca de 9,2% do produto da região Nordeste e 1,5% do País, distribuído da seguinte forma: 10,7% na Agropecuária, 23,3% na Indústria e 66,0% em Serviços.
Dotado de moderno complexo de infra-estrutura de transporte multimodal, composto de rodovias, ferrovias (com destaque para a mais eficiente ferrovia do País, a EF Carajás), hidrovias e um conjunto portuário em excelentes condições logísticas, o Estado qualifica-se como escoadouro natural da grande produção mineral e agrícola do Centro-Oeste brasileiro, bem como da crescente produção primária própria, originária do sul do Estado.
Todas essas condições favoráveis têm permitido ao Maranhão manter, na última década, um crescimento econômico em ritmo bem superior aos apresentados pelas médias da região Nordeste e até do próprio País. Efetivamente, no período, o Maranhão destaca-se por apresentar a maior taxa de crescimento do PIB entre os estados brasileiros.
O Governo do Estado definiu no seu Programa Plurianual, as prioridades e estratégias para o período de 2000-2003 e fixou os seguintes macro-objetivos:
1.       dinamização e modernização do aparelho produtivo;
2.       conservação e proteção do meio ambiente;
3.       promoção do desenvolvimento sustentável, visando à redução das desigualdades espaciais e sociais de renda e riqueza;
4.       modernização do Estado e fortalecimento da cidadania.
Para a consecução do macro-objetivo Dinamização e Modernização do Aparelho Produtivo,  que tem o propósito de aumentar a produção e a produtividade em todos os setores produtivos de um modo geral, tornando-o mais eficiente, competitivo e de maior valor agregado, foram definidas as seguintes estratégias:
1.       melhorar e ampliar a infra-estrutura de transportes, enfatizando os sistemas multimodais, de modo a possibilitar a consolidação dos Eixos Nacionais de Integração e Desenvolvimento, na área de interesse do Maranhão;
2.       melhorar e consolidar a infra-estrutura de energia elétrica e de telecomunicações, de forma a atender a demanda de investimentos produtivos;
3.       estimular o processo de inovação tecnológica, mediante a produção local ou adoção, por transferência, de tecnologia já consagrada;
4.       estimular o aumento da participação do setor privado em investimentos estratégicos, seja pelo seu efeito multiplicador de emprego e renda, seja por sua contribuição para a verticalização do processo produtivo;
5.       intensificar os programas de capacitação profissional da mão-de-obra, especialmente nos setores primário e de serviços;
6.       favorecer e propiciar a graduação e pós-graduação em áreas de interesse do desenvolvimento do Estado, em particular nos segmentos mínero-metalúrgicos, mecânica, vestuário, novos materiais, madeira e mobiliário, tecnologia de alimentos, vestuário e engenharia de pesca e florestal.
Considerando a necessidade de orientar a atratividade de investimentos protutivos do setor privado, recomendam-se as seguintes prioridades:
1.       no setor primário, o adensamento das cadeias produtivas de grãos (arroz, milho, soja, sorgo e feijão), de fruticultura; da pecuárias (laticínios, rações, produção e  processamento de carne, couro e calçados), da silvicultura (pólo florestal),  do algodão, da produção de fertilizantes, de cana-de-açúcar, da aqüicultura e frutos do mar,  além de outros que possam propiciar ocupação de mão-de-obra e geração de renda;
2.       no setor industrial, o aproveitamento das oportunidades nos segmentos de mineração, metalurgia, siderurgia; a verticalização da produção de alumínio e outros minerais, álcool e açúcar, papel e celulose, madeira e mobiliário, embalagens e outros segmentos potencialmente geradores de trabalho e renda;
3.       no setor de serviços, o aproveitamento das oportunidades nos segmentos de turismo; armazenagem; energia; telecomunicações; transporte (terrestre, navegação marítmo-fluvial e transbordo), atividades portuárias e os serviços a elas complementares, além de outros potencialmente geradores de trabalho e renda.
Para que seja alcançado o macro-objetivo Conservação e Proteção do Meio Ambiente, base importante para o desenvolvimento sustentável, pelo envolvimento compatibilizado das ações de natureza geoambiental, econômica, social e político-institucional, recomendam-se as seguintes estratégias, que devem ser consistentes com as  macro-diretrizes a serem delineadas na Agenda 21:
1.       intensificar o aproveitamento das potencialidades regionais, garantindo a conservação dos recursos ambientais e dos ecossistemas maranhenses;
2.       concluir os estudos de zoneamento ecológico-econômico para todas as regiões do Estado, de modo a tornar correntes a implantação de empreendimentos econômicos e a biodiversidade de ecossistemas e habitats representativos;
3.       monitorar a ocupação e exploração dos recursos naturais , notadamente os recursos hídricos, bem como os inerentes ‘a qualidade do ar.
Para a concretização do macro-objetivo Promoção de Desenvolvimento Sustentado, visando a redução das Desigualdades Espaciais e Sociais de Renda e Riqueza, são estabelecidas as seguintes diretrizes estratégicas, com o propósito de criar condições para melhorias permanentes do bem-estar da sociedade maranhense:
1.       reduzir os déficits sociais referentes ‘a educação fundamental, analfabetismo e repetência, evasão escolar, saúde preventiva, mortalidade infantil, esperança de vida ao nascer, saneamento e habitação;
2.       expandir e adequar as oportunidades de formação/ qualificação e requalificação de mão-de-obra voltada para o mercado de trabalho;
3.       incentivar e apoiar os pequenos e micro-empreendimentos, seja da área urbana, seja da rural, possibilitando-lhes assistência técnica, tecnológica e financeira, de  modo a lhes proporcionar a obtenção de renda;
4.       estudar e reestruturar o espaço regional-urbano, reordenando as atividades produtivas e sociais.
O macro-objetivo Modernização do Estado e Fortalecimento da Cidadania será alcançado com a efetivação das seguintes diretrizes estratégicas:
1.       consolidar  e fortalecer os sistemas de gestão e fiscalização estaduais, aumentando-lhes a eficiência dos gastos e a eficácia dos seus resultados, através da redução dos desperdícios e aumento da produtividade e da qualidade dos serviços prestados;
2.       implantar um sistema de informações estratégicas e gerenciais, interligado setorial e espacialmente, assegurando o permanente monitoramento e avaliação das ações governamentais;
3.       concluir as ações de desestatização;
4.       ampliar o atendimento dos direitos do cidadão no que se refere aos serviços da justiça, segurança e defensoria;
5.       estimular a formação de parcerias internas (no âmbito do governo estadual) e externas (com o governo federal, municipais e iniciativa privada, organizações não-governamentais e agências multilaterais), como fontes alternativas de recursos necessários ‘a execução dos programas;
6.       fortalecer a cidadania e desenvolver políticas de incentivo ‘as manifestações culturais;
7.       garantir o acesso democrático ‘as informações de interesse do cidadão, seja para possibilitar maior transparência das ações governamentais, seja como instrumento de capacitação das organizações sociais, seja como instrumento de gestão de equipamentos e bens públicos.
O território estadual acha-se dividido em 217 dos quais 19 são considerados neste Plano como municípios de interesse turístico estando agrupados em 05 pólos de interesse – Pólo de São Luís, Pólo dos Lençóis Maranhenses, Pólo do Delta das Américas, Pólo da Floresta dos Guarás e o Pólo das Chapadas das Mesas, todas inseridas, integralmente, na macro-área de atuação da SUDENE - Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste. Ao mesmo tempo parte dos Pólos integra, também, a região de influência da SUDAM - Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, mais especificamente os municípios compreendidos a oeste do meridiano de 44.
O Estado, além da diversidade de atrativos turísticos, como o Delta do Rio Parnaíba, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses Maranhenses e o Parque Estadual Marinho do Parcel de Manuel Luís, dispõe ainda:
-         do segundo maior litoral do País (640km em linha reta);
-         de um conjunto arquitetônico de origem civil portuguesa, reconhecido pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade;
-         da maior bacia hidrográfica do Nordeste;
-         da maior área e do maior conjunto de manguezais do País;
-         da maior diversidade de ecossistemas do País: floresta amazônica, Pré-Amazônia, cerrados, mangues, semi-árido, deserto (Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses Maranhenses);
-         da maior reserva de babaçuais do País.


 

2 - Diagnóstico

O Plano Maior foi concebido na sua metodologia para ser desenvolvido em três etapas:
                      IV.            Diagnóstico (já concluído),
                        V.            Definição das Estratégias (já concluído) e
                      VI.            a elaboração do Plano Operacional (concluído em janeiro/2000).
Após o que entramos na fase dois a de implantação do Plano, que possui duas etapas:
Ø  Estruturação (período de 2000 a 2003) e
Ø  Consolidação (de 2003 a 2010).
Com o Diagnóstico, o objetivo do Plano Maior foi obter uma radiografia do Maranhão, como suporte para um planejamento consistente e preciso. Para isso foram utilizadas fontes primárias e secundárias, visando à elaboração de um estudo abrangente dos aspectos sociais, culturais, urbanos, naturais e de infra-estrutura do Estado.
Inventariaram-se os atrativos existentes e, após análise preliminar, optou-se por uma avaliação em conjunto, na qual foram catalogados 149 recursos turísticos. 
Paralelamente, foram constituídas sete comissões consultivas dos diversos setores ligados ao turismo, com a participação de mais de 120 pessoas. Nos relatórios finais de cada comissão, foram apontados os pontos fracos e fortes de setores específicos e do turismo em geral no Maranhão.
Internamente, foram realizadas pesquisas complementares, buscando definir o perfil do turista que já visita o Maranhão, procurando identificar a opinião da própria comunidade sobre as belezas naturais e culturais, a percepção do turismo e os problemas estruturais do Estado.
Externamente, foi aplicada uma pesquisa junto a agências, operadores e especialistas em ecoturismo nos mercados do Brasil (São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal e Rio de Janeiro), Cone Sul (Argentina, Chile e Uruguai) e Europa (Espanha, França, Inglaterra e Alemanha). No total, foram feitas 117 entrevistas na Europa, 20 no Cone Sul e 61 no Brasil, efetuadas junto às maiores e mais importantes agências de ecoturismo e operadores nos mercados citados, com o propósito de conhecer  a opinião,  medir o nível de conhecimento e a imagem que tinham do Maranhão.
Esse conjunto de dados, informações, opiniões e impressões possibilitaram um conhecimento da realidade: de um lado, os problemas que demandam solução e, de outro, os aspectos positivos a serem potencializados.
Sobre esta sólida base estrutura-se o Plano Maior.

 

2.1  Recursos do Maranhão

A análise dos recursos mostra que:
O MARANHÃO TEM potencial e um conjunto equilibrado de atividades

2.2  Demanda

Em 1998, uma pesquisa do turismo doméstico no Brasil realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas da Universidade de São Paulo e o Instituto Brasileiro de Turismo e constatou que o País mobiliza, por ano, entre 34 a 38 milhões de pessoas em viagens de lazer e negócios.
Na pesquisa, os principais Estados emissores identificados foram os de São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Já os principais receptores apresentam-se conforme tabela a seguir, notando-se a colocação do Maranhão como o 12º Estado da Federação, com uma participação de 3,8%. [Tabela 1]
Quanto ao turismo receptivo internacional para o Nordeste, os principais destinos são Salvador, Recife e Fortaleza, que totalizam 20,5% do mercado brasileiro (Pesquisa FIPE, 1998).    De acordo com a pesquisa da SUDENE/CTI-NE (1997, 1998 e 1999), o Maranhão recebe 3,2% de estrangeiros, tendo como principal destino a cidade de São Luís.
I.            os turistas masculinos (58,68%) são em maior proporção que os femininos, sendo que em janeiro de 1999 chegou a representar 70,75%. Tem-se mantido aproximadamente a mesma proporção desde jan/97;
II.            sua idade média tem variado, ainda que com uma concentração maior na faixa de 35 a 50 anos;
III.            Negócio (43,31% do total, em 1998 e 31,45%, em 1997, sendo que no dois anos os períodos de maior incidência são os meses de maio e novembro) tem sido um dos principais motivos de viagem dos turistas a São Luís, seguindo-se de Visita a Parentes e Amigos com média de 26,22 e Passeio (média de 21,23% em 1997 e 20,45% em 1998);
IV.            o fato decisivo para tais visitas são predominantemente os Atrativos Naturais (média de 41,56%). O segundo fator decisório de atração é o Patrimônio Histórico/Cultural (média de 17,14%). As Manifestações Populares representam o terceiro fator decisório em importância, com um índice médio de 6,09%;
V.            a maioria dos turistas que visitam São Luís declara que sua decisão foi influenciada principalmente por Comentário de Parentes/Amigos (média de 44,44%).  Observa-se, por outro lado, que é muito baixo o percentual daqueles que foram influenciados pela Mídia (média de 6,67%) e pelas Agências de Viagem (2,3%).  Um dado interessante que merece destaque, nesse particular, é que 34,52% dos turistas estão voltando a São Luís, visto que suas decisões foram influenciadas pelo fato de já conhecerem a capital. Esta cifra é bastante significativa na promoção do turismo
VI.            os turistas que estavam visitando o Maranhão pela primeira vez corresponde a 25,16% e - o que é ainda mais positivo - 95,88% dos turistas declararam que pretendem voltar à cidade em outra oportunidade;
VII.            .quem visita São Luís utiliza Avião (média de 42,165%) e Ônibus (média de 44,23%) como os meios de transporte mais freqüentes e suas participações vêm sendo crescentes no período avaliado;
VIII.            de um modo geral, uma média de 24,7% dos turistas se hospedam em hotéis classificados de São Luís, enquanto 57,7% o fazem em casa de parentes e amigos;
IX.            a permanência média dos turistas em São Luís varia entre 5  a 8 dias/pessoa;

Tabela 01: Estados Receptores de Turismo no Brasil – 1998
Ordem
Estado
(%)
1o
São Paulo
18,7
2o
Rio de Janeiro
8,2
3o
Ceará
7,3
4o
Paraná
7,0
5o
Bahia
6,9
6o
Minas Gerais
6,9
7o
Santa Catarina
5,1
8o
Pará
4,9
9o
Pernambuco
4,8
10o
Rio Grande do Sul
4,1
11o
Espírito Santo
4,1
12o
Maranhão
3,8
13o
Goiás
2,8
14o
Paraíba
2,6
15o
Rio Grande do Norte
2,3
16o
Piauí
1,8
17o
Alagoas
1,5
18o
Outros estados
7,2
Fonte: FIPE/EMBRATUR/DEPEM


A TABELA 03 apresenta um dado interessante – nos últimos anos a taxa de ocupação em hotéis de São Luís ficou acima da média do Nordeste.

Tabela 02: Meios de Hospedagem e Unidades Habitacionais Disponíveis e Ocupadas em São Luís.

UNIDADES HABITACIONAIS
ANOS
DISPONÍVEIS
OCUPADAS
Taxa Ocupação(%)
1991
265.782
114.223
43,0
1992
302.071
103.593
34,3
1993
298.212
103.085
34,6
1994
255.803
105.853
41,4
1995
294.802
145.862
49,5
1996
295.362
154.391
52,3
1997
295.348
161.165
54,6
1998
293.156
158.156
53,9
1999
284.155
154.884
54,5
Fonte: Boletim de Ocupação Hoteleira – BOH

CAPITAL
TAXA DE OCUPAÇÃO

1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999










São Luis
43,0
34,3
34,6
41,4
49,5
52,3
54,6
53,9
54,5
Teresina
32,2
29,9
32,0
34,3
35,8
34,2
35,0
37,2
40,0
Fortaleza
58,1
49,7
53,3
58,7
62,1
56,0
53,2
62,5
59,2
Natal
40,6
38,3
51,2
58,0
57,5
47,9
48,4
51,3
51,0
João Pessoa
55,9
50,4
55,0
52,6
56,2
55,0
56,1
57,1
52,2
Recife
39,1
36,8
41,6
47,9
43,5
45,5
55,0
57,7
61,1
Maceió
46,3
47,7
52,1
56,1
54,3
51,1
45,4
56,5
64,7
Aracaju
44,5
38,6
42,6
45,4
49,1
47,5
55,7
53,3
46,6
Salvador
44,0
47,3
53,4
54,3
54,1
49,7
50,2
51,9
59,6










MÉDIA
45,2
41,4
46,2
49,9
51,3
48,8
50,4
53,5
54,0
Fonte: CTI/NE

2.3  Considerações Finais


DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO DO MARANHÃO
UMA GRANDE POSSIBILIDADE

As conclusões resultam da aplicação da METODOLOGIA DE FOFA (Fortes Oportunidades e Fracas Ameaças), que se baseia em separar do realizado o que pode e o que não pode ser mudado:


[MARANHÃO - TURISMO: AVALIAÇÃO CHIAS PELA METODOLOGIA DE FOFA 2000-2010]
OPORTUNIDADES
FEITOS
AMEAÇAS
§ Proximidade com a Europa, a região emissora mais importante do mundo.
§ É Nordeste, é cerrado e é Amazônia.
§ Tradição do transporte marítimo e fluvial.
§ Existência de recursos naturais únicos (Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses).
§ Artesanato original.
§ Gastronomia popular.
MARANHÃO
§  Dificuldade e alto custo do acesso.
§  Delta do Parnaíba é considerado como pertencente ao Estado do Piauí.
§  Pesca predatória no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, no Delta do Parnaíba e nas Reentrâncias Maranhenses.
§ Crescimento rápido no Brasil e no mundo.
§ Crescimento dos segmentos do turismo de qualidade.
§ Crescimento do produto Nordeste
§ Alta taxa de ocupação de mão-de-obra, geração de emprego.
MERCADO DE TURISMO
§ Localização do mercado emissor no Sul do País.

MARKETING
§ Inexistência de planejamento integral de marketing do Nordeste e da Amazônia.
§ Conexão regional no Sul do Estado.
§ Novo aeroporto de São Luís.
§ Política de pólos que facilita investimentos e concentra oferta diversificada.
§ Recursos naturais preservados.
§ São Luís: Patrimônio da Humanidade.
§ Cultura popular autêntica e viva.
§ Proporção entre recursos naturais e culturais, diferenciada em todo o Estado.
MARANHÃO
§ Precárias condições das rodovias federais.
§ Baixa oferta atual de vôos.
§ Degradação de recursos naturais: cachoeiras do Sul.
§ Infra-estrutura turística.
§ O Maranhão fez uma comunicação integrada entre o geral e o específico.
§ Falta de planejamento estratégico de comunicação dos estados do Nordeste e da Amazônia.
marketing
§ O Maranhão é pouco conhecido.
§ Inexistência do Maranhão como oferta turística.
§ O orçamento de marketing do Maranhão.
§ Oferta escassa do artesanato.
§ Oferta precária de restaurantes típicos.
§ O setor turístico e as instituições têm vontade de melhorar ou mudar.
OPINIÃO INTERNA
§  Falta de consciência da importância do turismo.
§  Desconhecimento do próprio Estado.
§  Falta de orgulho do patrimônio histórico-cultural e natural.
§  Abandono dos centros históricos.
§  Prodetur  e Proecotur.
§  Parcerias com a Embratur.
§  Política de desenvolvimento geral do Estado.
§  Presença na mídia brasileira nos últimos anos.
TURISMO ATUAL
§ Falta de planejamento turístico integral: desenvolvimento e marketing.


3 - Estratégia de Desenvolvimento [POLOS REGIONASI]


O Diagnóstico permitiu uma análise abrangente do Maranhão e a identificação  precisa de suas potencialidades e problemas. A partir de suas carências e, sobretudo, de suas possibilidades, foi possível formular sugestões, apresentar propostas para a organização, a estruturação e o desenvolvimento do turismo maranhense.
O Governo definiu então cinco Pólos potenciais para o desenvolvimento do turismo, levando em consideração os recursos naturais e sócio-culturais dos municípios que constituem cada pólo de atração:
I.          Pólo da Floresta dos Guarás (Cururupu, Guimarães, Cedral e Porto Rico).   Localizado no litoral ocidental do Maranhão, na área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses, também reconhecida dentre as Zonas Úmidas de Importância Internacional pela Convenção de Ramsar e área de Reserva de Migração para aves Limícolas;
II.          Pólo dos Lençóis Maranhenses Maranhenses (Barreirinhas, Humberto de Campos, Primeira Cruz, Santo Amaro do Maranhão e Morros).  Destaca-se o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses Maranhenses, um dos mais raros fenômenos geológicos do mundo, um deserto cheio de lagoas de águas cristalinas formadas pelas chuvas intensas; 
III.          Pólo do Delta das Américas (Tutóia, Paulino Neves e Araioses).  A principal atração deste Pólo é o Delta do Parnaíba, na divisa do Estado do Piauí. A população tem sua subsistência assegurada na pesca e na cata do caranguejo;
IV.          Pólo de São Luís (São Luís, Alcântara, São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar).  São Luís é o centro convergente e distribuidor do fluxo de turistas no Estado.  Alcântara compõe, juntamente com São Luís, um segmento importante da história colonial do Maranhão e do Brasil. São José de Ribamar é o centro de peregrinação religioso mais famoso do Estado;
V.          Pólo da Chapada das Mesas (Carolina, Imperatriz e Riachão).  Localiza-se na região sul do Estado, onde se encontra a maior área preservada de serrados da América do Sul, com, aproximadamente, 10 milhões de hectares.

3.1  VISÃO DE FUTURO – 2010

A visão de futuro desejada para o MARANHÃO-2010 pode ser expressa nos seguintes textos:
  • O MARANHÃO É UM DESTINO TURÍSTICO PRIVILEGIADO
·         O MARANHÃO REÚNE UM CONJUNTO DE BELEZAS NATURAIS E CULTURAIS ÚNICO E DIFERENCIADO.
  • O MARANHÃO SE INSERE NA PRIMEIRA LINHA DOS DESTINOS ECOTURÍSTICOS E CULTURAIS DO BRASIL

3.2  FASES TEMPORAIS

A formulação das metas, a curto e longo prazos, foi feita com base na idéia central do desenvolvimento turístico do Maranhão, isto é,
TURISMO DE QUALIDADE
Pressupõe o cumprimento de duas fases temporais:
§ 2000-2002: Estruturação da Qualidade Maranhão.
§ 2003-2010: Consolidação da Qualidade Maranhão.



3.3  Objetivos

·         Alcançar  um nível de qualidade turística coerente com a liderança desejada.
·         Conscientizar  a sociedade quanto aos benefícios sociais do turismo de qualidade.
·         Criar  uma imagem turística do Maranhão e de cada um dos seus pólos.
·         Aumentar  o fluxo turístico.

3.4        Metas

ANO
Numero DE TuristaS no Maranhão
1998
431.324
2002
475.599
2005
660.195
2010
950.336


Metas 2010
Turistas: 1.500.000(*)
·     Turistas nacionais: 1.200.000
·     Turistas estrangeiros: 300.000
Total de investimentos: R$ 814 milhões
·     Setor Público: R$ 475 milhões
·     Setor Privado: R$ 339 milhões
Empregos gerados
·     Fase de implantação: 130.700
·     Fase operacional: 10.300
Receita direta: R$ 620 milhões/ano

 



4 - PLANO OPERACIONAL

Preparada a Estratégia de Desenvolvimento para o Maranhão e para cada pólo turístico separadamente, entra-se na terceira etapa do Plano Maior, a do Plano Operacional, em que são estabelecidos os detalhamentos necessários à operacionalização e implantação do Plano propriamente dito.
Um plano estratégico e integral de desenvolvimento do turismo contempla o planejamento de forma global, considerando a comunidade, o turista, os empreendedores nos setores específicos e os agentes financiadores. Os objetivos do desenvolvimento turístico sustentável se alicerçam na idéia de conseguir a satisfação de turistas e dos cidadãos, o retorno dos investimentos e os mínimos impactos ambientais e culturais.

 

4.1  Macroprogramas

O Plano Operacional conta com cinco Macroprogramas, abrangendo as áreas críticas para o desenvolvimento turístico no Estado, atendendo as demandas de investimento: os Macroprogramas de Desenvolvimento, de Marketing, de Maior Qualidade, de Sensibilização da Sociedade e de Comunicação.

I  - Macroprograma de Desenvolvimento
As conclusões gerais do Diagnóstico do Plano Maior apontam os recursos turísticos do Maranhão como um conjunto equilibrado, com grande potencialidade de expansão de atividades, que necessitam ser desenvolvidas de forma planejada, a fim de que a oferta seja melhorada e estabelecida a proporcionalidade entre os pólos.
O desenvolvimento turístico sustentável só tem sucesso em locais que proporcionam boa qualidade de vida a seus habitantes. O Plano Maior tem por base a visão simultânea do Maranhão como destino turístico e sede da vida cotidiana de seu cidadão. Todos os esforços de melhoria e de estruturação turística do produto Maranhão trazem, em si, a idéia implícita de prosperidade para toda a sociedade maranhense. Este macroprograma considera, como condição básica para o crescimento turístico no Maranhão, o desenvolvimento integrado dos aspectos sociais, econômicos, urbanos e a preservação dos recursos naturais.
Objetivos
§  Promover o crescimento equilibrado dos produtos turísticos e gerar ofertas compatíveis com a infra-estrutura a ser implantada.
§  Fomentar um desenvolvimento turístico sustentável, orientado por normas e regulamentos previamente estabelecidos.
Público-alvo
§  Governos Federal, Estadual e Municipais.
§  Agentes financiadores.
§  Gestores de equipamentos, serviços e espaços turísticos.
§  Investidores.
§  Comunidade.


Estratégia
O Macroprograma de Desenvolvimento constitui-se de 5 programas desdobrados em 12 subprogramas básicos, dos quais decorrem ações específicas a serem implementadas de acordo com as características e necessidades de cada lugar.

MACROPROGRAMA I: DESENVOLVIMENTO
Programas
Sub-programas
INFRAESTRUTURA BÁSICA E DE SUPORTE
SANEAMENTO BÁSICO
ACESSIBILIDADE
TELEFONIA E ENERGIA
CENOGRAFIA URBANA
PLANEJAMENTO

PLANO DIRETOR
REGULAMENTAÇÃO AMBIENTAL
DESENVOLVIMENTO DE PROJETO
PESQUISA 
FORMAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

REESTRUTURAÇÃO DE PRODUTOS
EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
RECURSOS TURÍSTICOS  (específicos)
ESTRUTURAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS
EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
RECURSOS TURÍSTICOS (específicos)


II - Macroprograma de Marketing

A força de uma marca está na coerência que é estabelecida entre ela e o produto. Uma boa marca dispensa informações complementares, fala por si só e remete diretamente ao produto, é a sua porta voz em todas as situações.
Nas pesquisas para a elaboração do diagnóstico do Plano Maior foi identificado o desconhecimento que o mercado, internacional e doméstico, tinha das potencialidades do turismo no Maranhão, e de suas riquezas naturais e culturais. Uma informação importante na definição da marca turística do estado e de sua mensagem permanente.
 “Maranhão. O segredo do Brasil” é fruto da observação direta dos principais recursos turísticos do estado, ela é composta de ícones e cores que melhor caracterizam a natureza e a cultura maranhense. É uma marca geral que integra todos os pólos turísticos, estabelecendo unidade estética e conceitual entre as diferentes regiões e belezas do Maranhão.
E cada um dos 5 pólos tem sua marca específica, que segue o mesmo conceito da marca geral, cada uma foi pensada e desenvolvida tendo como referência os atrativos fundamentais existentes em seu próprio pólo. Assim as marcas turísticas dos pólos são um complemento da marca geral do estado.
Para a veiculação apenas a marca geral aparecerá sozinha, já as marcas dos pólos, mesmo nas propagandas individuais, virão sempre acompanhadas da marca do estado.
Graficamente optou-se por uma tipologia moderna e duradoura, em harmonia com a política de um estado que está fazendo grandes transformações em busca de futuro melhor.

O que se vai promover
O MARANHÃO AGRUPA INÚMERAS BELEZAS NATURAIS E CULTURAIS, MAS AINDA É POUCO CONHECIDO NO BRASIL E NO MUNDO INTEIRO.

O Macroprograma de Marketing consta de 4 programas gerais aplicados a todos os pólos turísticos do Maranhão, que totalizam 36 ações.
·   Programa de Marketing para os profissionais
Objetivo
§  Difundir informação sobre o Plano Maior como instrumento de desenvolvimento do turismo no Maranhão, visando melhorar o relacionamento com os operadores e os profissionais das agências de turismo.
Objetivo
§  Apresentar aos potenciais turistas, ecoturistas, observadores de pássaros, mergulhadores, praticante de esportes, etc. a diversidade cultural e natural do Maranhão, representada em seus cinco Pólos.
Campanha
§  Maranhão. O segredo do Brasil.
·   Programa de Marketing para a Imprensa.
Objetivo
§  Apresentar aos formadores de opinião e à mídia as potencialidades turísticas do Estado, através de seus Pólos.
Campanha
§  O Segredo na Imprensa.
·   Programa de Marketing para os investidores
Objetivos
§  Conscientizar e sensibilizar profissionais e gestores de espaços turísticos sobre a importância do turismo para o Maranhão.
§  Fazê-los participar dos Macroprogramas do Plano.
§  Envolvê-los no desenvolvimento do turismo de qualidade no Estado.
§  Captar novos investidores para os diferentes setores do turismo maranhense.



III - Macroprograma Maior Qualidade [Maior Q]

Não se pode pensar em desenvolvimento de turismo de forma isolada. São necessárias ações integradoras, que interliguem setores e promovam o crescimento de forma global.
O Programa “Maior Qualidade” tem como objetivo preparar os serviços e os produtos turísticos para a nova realidade do turismo que se pretende alcançar com a implantação do Plano Maior.
Como você pode aprimorar o que você faz?
Essa é a questão inicial da Campanha Maior Qualidade. A idéia é que cada maranhense (seja o artista, o profissional do setor turístico, etc.) pense na sua rotina e veja o que pode fazer para dar mais qualidade ao seu próprio trabalho.
Mais do que grandes projetos ou altos investimentos em infraestrutura, estimular atitudes individuais: gestos pontuais, pequenas ações cotidianas comprometidas com a busca de resultados melhores.
É importante estimular a iniciativa pessoal, dar asas à imaginação, à criatividade, para que os resultados sejam diferenciados e se estabeleça o hábito da permanente busca de qualidade.
Todos os programas terão algumas ações abrangentes e outras específicas que permitirão, em médio prazo, transformar a situação atual de setores fundamentais para o bom desenvolvimento do turismo.
A mudança está em suas mãos
§   Para uma grande mudança é preciso que cada um mude suas próprias atitudes.
§   Pense no que você pode fazer para melhorar.
§   Se quiser melhorar é preciso agir agora.
§   Colabore, participe.
§  Transformação radical? Comece por uma pequena melhoria.
§   Não se esqueça: é sempre possível melhorar.
§   Escute, observe, estude. Sempre se pode aprender com a experiência do outro.
A beleza das pequenas melhorias é coisa de cada um
Objetivos
§  Sensibilizar os empresários e prestadores de serviços para participarem do Plano Maior.
§  Melhorar o nível de prestação de serviços, do produto e dos recursos turísticos.
§  Melhorar o nível de manutenção da infraestrutura básica e do patrimônio histórico-cultural e natural.

O Macroprograma Maior Q destina-se a todos os cinco pólos, ainda que tenha, em alguns casos, que ser adequado a uma cidade e/ou setor. O Maior Q é dividido em sete segmentos:
·       SEIS PROGRAMAS GERAIS:
                           i.            Segmento de alimentação - Sabores do Maranhão
                         ii.            Setor de hospedagem – Pousadas do Maranhão
                        iii.            Área de cultura popular – Sagrado e Profano
                        iv.            Nos transportes e mobilidade – Percorrer o Maranhão
                         v.            Na cenografia urbana – Maranhão Bonito
                        vi.            No artesanato – Arte nas Mãos
·       UM PROGRAMA LOCAL
                      vii.            Na área de patrimônio arquitetônico e histórico – HISTÓRIA
Ø Casarões de Alcântara – centro histórico de Alcântara
Ø Azulejos de São Luís – centro histórico de São Luís



IV - Macroprograma Sensibilização da Comunidade

O turismo gera emprego, o turismo é futuro.

As pesquisas realizadas junto à população de São Luís demonstraram que o maranhense, de um modo geral, desconhece o próprio Estado, sua história, seu patrimônio natural e suas riquezas culturais.

O LUDOVICENSE tem consciência de que a questão da LIMPEZA URBANA é um dos problemas mais sérios da cidade; reconhece que é responsabilidade da PREFEITURA a coleta sistemática do LIXO, mas que os moradores em nada colaboram para manter São Luís limpa. Falta-lhes CONSCIÊNCIA e EDUCAÇÃO.

O Macroprograma de Sensibilização da Comunidade pretende mobilizar a população, conscientiza-la quanto aos temas ligados ao turismo, à preservação ambiental e à importância de São Luís ser reconhecida como patrimônio histórico-cultural do Brasil e do mundo.
Assim, o principal objetivo desta campanha é preparar a população para o desenvolvimento do turismo no Maranhão, sem que o Estado perca sua autenticidade e suas especificidades.
Público-alvo
§  A comunidade.
Objetivos
§  Sensibilizar a opinião da comunidade do Estado quanto à importância que o turismo pode representar para o Maranhão.
§  Conscientizar os habitantes da importância de seu papel frente aos visitantes do Maranhão.
§  Dar continuidade ao Projeto Maracá – educação para o turismo nas escolas.



V  - Macroprograma de Comunicação

O macroprograma de comunicação envolve todos os outros macroprogramas do Plano Operacional, porque em todos existe público-alvo, ao qual se pretende:
Fazer compreender
Criar  atitudes e motivações
Mudar  comportamento

Há objetivos para cada público-alvo. Para atingi-los foram criados nove programas de comunicação, além da comunicação do próprio Plano Maior.
Alguns programas incluídos no Macroprograma de Comunicação contam com macroprogramas próprios, como é o caso do Marketing, da Sensibilização e do Maior Qualidade
Outros programas são contemplados em outros macroprogramas como o de Formação e Sinalização Turística, que está inserido no Macroprograma de Desenvolvimento.

Público-alvo
§  Os profissionais que intervêm na prestação de serviços turísticos, os turistas, os meios de comunicação.
Objetivos
§  Sensibilizar a opinião dos habitantes do Estado em relação à importância do turismo para o Maranhão.
§  Conscientizar os habitantes da importância do seu papel frente aos visitantes do Maranhão.
§  Conscientizar e sensibilizar os profissionais que intervêm na prestação de serviços turísticos sobre a importância do turismo para o Maranhão e fazê-los participar dos Macroprogramas do Plano.
§  Conscientizar e sensibilizar os profissionais em relação a seu papel na  prestação de serviços turísticos.
§  Sensibilizar e conscientizar os gestores de espaços turísticos sobre a importância da manutenção e controle dos espaços em benefício do desenvolvimento do turismo de qualidade no Estado.
§  Dar a conhecer a oferta turística do Maranhão à comunidade e aos turistas.
§  Fazer com que o turista compreenda os diferentes roteiros turísticos que incluem o Maranhão.
§  Fazer com que o turista fique satisfeito.
§  Dar a conhecer aos profissionais e empresários do setor, bem como aos jornalistas, a oferta turística do Maranhão e de seus diferentes pólos.
§  Fazer com que os profissionais do setor incluam o Maranhão nos roteiros turísticos.
§  Criar uma opinião favorável entre os operadores e os agentes de viagens.
§  Fazer com que os profissionais da mídia  participem da comunicação do Maranhão através de redações e reportagens editoriais.
§  Criar uma opinião favorável nos meios de comunicação.

Programas de Comunicação
§  Programa de Sinalização - facilitar o conhecimento do Maranhão turístico, a locomoção interna e o acesso aos diferentes pontos turísticos.
§  Programa de Nova Identidade Turística - homogeneizar a comunicação turística do Maranhão através da aplicação das marcas nos diferentes meios, suportes e espaços turísticos.
§  Programa de Formação – fazer com que todos participem do macroprograma de formação para desenvolvimento do turismo de qualidade no Estado.

4.2 - PÓLOS DE DESENVOLVIMENTO

 

PÓLO 1 – [ILHA DE] São Luís

 

No diagnóstico do Plano Maior foi confirmada a variedade de recursos de São Luís, que, desde 1997, porta o título de Patrimônio Histórico-cultural da Humanidade.  Constata-se também que é necessário dinamizar, desenvolver esse potencial para que os recursos possam constituir um amplo conjunto de ofertas, capaz de atrair turistas brasileiros e estrangeiros.


Capital e cidade mais importante do Maranhão, São Luís oferece os melhores equipamentos e serviços turísticos. Dispõe de hotéis, linhas de ônibus interestaduais e intermunicipais regulares, aeroporto com oferta de vôos para vários destinos nacionais. De São Luís o visitante tem acesso a todo o interior do Estado.

No silêncio de suas ruínas, Alcântara guarda reminiscências de um passado, um tempo de riqueza, de fausto, de famílias nobres e numerosa população escrava.  Guarda, também, a memória de tradições populares, de festas profanas e religiosas, em que os negros quilombolas encontravam refúgio para manter, quase que intactos, seus hábitos e suas crenças.

O que se deseja ter
Conceito de Desenvolvimento
CENTRO HISTÓRICO-CULTURAL DINÂMICO DO MARANHÃO

Público-alvo
Ø  Turistas tradicionais de São Luís (negócios, eventos, convenções, cultural e religioso).
Ø  Os públicos específicos dos outros pólos que têm a capital como portão de entrada do Maranhão.




O que se vai estruturar
Projetos
Ø  São Luís: portão de entrada do Pólo 1 e entrada principal para todo o Maranhão
Ø  São Luís: patrimônio e vida
Ø  Alcântara: história e eventos
Ø  Raposa e o mar
Ø  São José do Ribamar: centro religioso

O que se vai promover
Ø  Concentrar em São Luís a oferta principal.
Ø  Colocar as outras cidades como derivadas dos atrativos desta.

Ø  METAS 2010
Ø  Número de turistas: 620.000
Ø  1.500 Unidades Habitacionais em hotéis
Ø  Empregos indiretos: 70.400
Ø  Empregos diretos na fase operacional: 5.100
Ø  Investimentos:
·         Setor privado: R$ 169 milhões
·         Setor público: 253 milhões



POLO 1: ILHA DE SÃO LUÍS: Programas e ações [parte 1]
MACROPROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO PÓLO 1
PROJETOS
SÃO LUÍS
PORTÃO DE ENTRADA
ALCÂNTARA
HISTÓRIA E EVENTOS
RAPOSA E O MAR
SÃO JOSÉ DE RIBAMAR
CENTRO RELIGIOSO
PROGRAMAS
SUBPROGRAMAS
AÇÕES
AÇÕES
AÇÕES
AÇÕES
INFRA-ESTRUTURA BÁSICA E DE SUPORTE
SANEAMENTO BÁSICO
Saneamento básico
Limpeza urbana
Usina de reciclagem de lixo
Saneamento básico
Saneamento básico
Limpeza urbana
Saneamento básico
Limpeza urbana
ACESSIBILIDADE
Sinalização urbana e turística
Centro de Atendimento ao turista e 3 Postos de informação turística
Melhoria do transporte público
Melhoria das rodovias de acesso
Ampliação e melhoria do terminal de passageiros da Ponta da Espera
Sinalização urbana e turística
Posto de informação turística
Recuperação e Pavimentação da rodovia Cujupe – Alcântara
Construção do cais flutuante do Porto do Jacaré
Construção do terminal de passageiros do porto do Jacaré

Sinalização urbana e turística
Posto de informação turística
TELEFONIA E ENERGIA
Rede de telefonia subterrânea no Centro Histórico.
Rede elétrica subterrânea no Centro Histórico.
Rede de telefonia subterrânea no Centro Histórico.
Rede elétrica subterrânea no Centro Histórico.


CENOGRAFIA URBANA
Restauração de prédios públicos
Urbanização do Aterro do Bacanga
Iluminação e paisagismo da orla do Centro Histórico.
Urbanização da Ladeira do Jacaré e entorno do porto
Recuperação do gramado e iluminação da Praça da Matriz
Construção do píer
Urbanização da praia

PLANEJAMENTO
PLANO DIRETOR
Adequação do plano diretor urbanístico da cidade, contemplando a preservação do Centro Histórico.
Adequação do plano diretor urbanístico da cidade, contemplando o entorno do Centro Histórico.
Plano diretor urbanístico
Plano diretor urbanístico

REGULAMENTAÇÃO AMBIENTAL
Decreto de criação da área do Sítio do Físico como sendo de interesse turístico
Adequação do Plano de Manejo do Parque Estadual do Bacanga para uso turístico da área do Sítio do Físico
Vigilância e fiscalização ambiental
Zoneamento econômico e ecológico da Ilha do Cajual


DESENVOLVOLVIMEN-TO DE PROJETO
Desenvolvimento de produtos de ecoturismo
Desenvolvimento de equipamentos ecoturismo



FORMAÇÃO

Implantação de Centro de treinamento turístico e ambiental
Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos
Parcerias para gestão e operacionalização do Centro de Treinamento Turístico e Ambiental
Implantação de núcleo de treinamento turístico e ambiental
Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos
Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos
Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos


POLO 1: ILHA DE SÃO LUÍS: Programas e ações [parte 2]

MACROPROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO PÓLO 1
PROJETOS
SÃO LUÍS
PORTÃO DE ENTRADA
ALCÂNTARA
HISTÓRIA E EVENTOS
RAPOSA E O MAR
SÃO JOSÉ DE RIBAMAR
CENTRO RELIGIOSO
PROGRAMAS
SUBPROGRAMAS
AÇÕES
AÇÕES
AÇÕES
AÇÕES
REESTRUTURAÇÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS ATUAIS
EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
Restaurantes
Hotéis e pousadas
Ampliação do serviço de câmbio e banco 24 horas
Restaurantes
Pousadas

Restaurantes
Pousadas

PRODUTOS TURÍSTICOS
MUSEUS
Museu Histórico do Maranhão
Museu do Negro
Museu de Artes Visuais
FESTA JUNINA
Encontro  de bois do João Paulo
Arraiais
Procissão de barcos de S. Pedro
NOVO CEPRAMA
Parceria com o IDAM-SEBRAE
O CENTRO HISTÓRICO PARA OS MARANHENSES
Moradias no Centro Histórico.
Programação cultural no Centro Histórico.
Descobrindo os segredos do Centro Histórico.
CIDADE MONUMENTO
Alcântara p/os maranhenses 
Abertura do Museu do IPHAN
Reestruturação do Museu Histórico de Alcântara
Casa do Divino
Identificação das ruínas de Alcântara
EVENTOS CULTURAIS
Festa de s. Benedito
Festa do Divino
Luar de Alcântara
Tambores de Alcântara

Festa de São José de Ribamar
Festa do padroeiro
Carnaval do Lava Pratos
ESTRUTURAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS TURÍSTICOS
EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
Política de incentivo à construção e implantação de novos equipamentos turísticos
Política de incentivo à construção e implantação de novos equipamentos turísticos
Política de incentivo à construção e implantação de novos equipamentos turísticos
Política de incentivo à construção e implantação de novos equipamentos turísticos
ESTRUTURAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS TURÍSTICOS
RECURSOS TURÍSTICOS
Casa do Maranhão
Rua dos Artistas
Rua da Cultura
Ruas Gastronômicas
Eventos culturais na Madre Deus
Centro de Convenções
Parque Estadual do Sítio do Físico
Sítio do Tamancão
Novo mercado de gêneros
Marina da Ponta d´Areia
Eventos Culturais
Quituteiras de Alcântara
Rua das Rendas
Mercado de Peixes
Festa dos Santos de Junho
Auto de Natal



O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, um dos mais raros fenômenos geológicos do mundo, é um deserto formado por dunas de areia, cheio de lagoas de águas cristalinas acumuladas pelas chuvas intensas.
Nos períodos de reprodução, diversas espécies de tartarugas-marinhas procuram as praias do Parque.  As aves, principalmente as migratórias, utilizam a região como ponto de apoio em suas viagens.  Nos mangues, além de inúmeras espécies de peixes, crustáceos e moluscos, podem-se observar as jacaretingas, que se alimentam preferencialmente de peixes. E, entre os mamíferos, há exemplares de veados e pacas.
As pesquisas do Diagnóstico revelaram  que Barreirinhas já funciona como o portão de entrada para o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, mas ainda não conta com uma infra-estrutura adequada. No Plano Operacional, estão previstas ações que visam transformar a cidade no ponto de chegada e saída de visitantes desse pólo, garantindo-lhes conforto e qualidade dos serviços.
O conjunto formado pelo rio Preguiças, pelos pequenos Lençóis Maranhenses e pelos povoados de Atins, Mandacaru e Caburé é um convite à tranqüilidade, à contemplação da natureza. São recursos complementares ao Parque dos Lençóis Maranhenses que, estruturados adequadamente, ampliarão as possibilidades de desenvolvimento de Barreirinhas e do próprio Pólo.

O que se deseja ter
Conceito de Desenvolvimento
ESPAÇO TURÍSTICO ÚNICO E DE QUALIDADE

Público-alvo
Ecoturistas da Europa (prioridade: França, Alemanha e Portugal), do Cone Sul (prioridade: Argentina) e do resto do Brasil (prioridade: São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro).

O que se vai estruturar
Projetos
Ø  Barreirinhas: portão de entrada deste pólo
Ø  Barreirinhas: modelo de convivência homem-natureza
Ø  Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses: o envolvimento com um lugar único
Ø  Santo Amaro: o lazer perto do Parque

O que se vai promover
O Parque Nacional tem um valor de unicidade no mundo, o que o credencia a ser o centro de sua atratividade.

METAS 2010
Ø  Número de turistas: 220.000
Ø  1.500 Unidades Habitacionais em ecopousadas
Ø  Empregos indiretos na implantação: 34.000
Ø  Empregos diretos na fase operacional: 2.800
Ø  Investimentos:
·         Setor privado: R$ 90 milhões
·         Setor público: R$ 114 milhões



POLO 2: LENÇÓIS MARANHENSES: Programas e ações
MACROPROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO PÓLO 2
PROJETOS
BARREIRINHAS
PORTÃO DE ENTRADA
MODELO DE CONVIVÊNCIA HOMEM-NATUREZA
PARQUE DOS LENÇÓIS MARANHENSES
O ENVOLVIMENTO COM UM LUGAR ÚNICO
SANTO AMARO
LAZER PERTO DO PARQUE
PRIMEIRA CRUZ E HUMBERTO DE CAMPOS
LAZER PERTO DO PARQUE
PROGRAMAS
SUBPROGRAMAS
AÇÕES
AÇÕES
AÇÕES
AÇÕES




INFRA-ESTRUTURA BÁSICA E DE SUPORTE
SANEAMENTO BÁSICO
Limpeza urbana
Saneamento básico

Limpeza urbana
Saneamento básico
Limpeza urbana
Saneamento básico
ACESSIBILIDADE
Sinalização urbana e turística
Centro de atendimento ao turista
Ampliação e melhoria do transporte público
Construção do terminal rodoviário
Construção do aeroporto
Finalização da BR-402
Melhoria do acesso Barreirinhas–Paulino Neves
Construção do acesso Barreirinhas-Araioses

Sinalização turística
Construção do porto
Melhoria do porto

TELEFONIA E ENERGIA
Melhoria do sistema elétrico
Melhoria do sistema de telefonia

Melhoria do sistema elétrico
Melhoria do sistema de telefonia
Melhoria do sistema elétrico
Melhoria do sistema de telefonia
CENOGRAFIA URBANA
Urbanização da beira rio

Arborização da cidade

PLANEJAMENTO
PLANO DIRETOR
Plano diretor urbanístico

Plano diretor urbanístico
Plano diretor urbanístico
REGULAMENTA. AMBIENTAL
Criação de área de interesse turístico
Vigilância e fiscalização ambiental
Plano de Manejo do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses
Vigilância e fiscalização ambiental


DESENVOLV. DE PROJETO
Desenvolvimento de produtos de ecoturismo
DP2-3-BA-A2- Desenvolvimento de projetos de equipamentos de ecoturismo



PESQUISA
Pesquisa tecnológica para implantação de infra-estrutura e serviços básicos 



FORMAÇÃO

Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos

Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos
Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos
REESTRUTURAÇÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS ATUAIS
EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
Restaurantes
Pousadas



ESTRUTURAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS TURÍSTICOS
EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
Política de incentivo à construção e implantação de novos equipamentos turísticos

Política de incentivo à construção e implantação de equipamentos turísticos
Política de incentivo à construção e implantação de equipamentos turísticos
RECURSOS TURÍSTICOS
Rede de Ecopousadas
Ecoresort
O Rio Preguiças, o preguiças, os pequenos Lençóis Maranhenses e os povoados.
Rua Buriti
Atividades esportivas ecológicas
Dunas, praias, lagoas e oásis.
Ecopousadas
Lagoas de Santo Amaro
Periá: o rio, o povoado e o artesanato.
Núcleo de lazer no rio Mapari


PÓLO 3 - DELTA DAS AMÉRICAS [delta do rio parnaíba]


O Delta do Parnaíba - um conjunto de ilhas e igarapés na desembocadura do Rio Parnaíba, no Oceano Atlântico, tendo como atrações principais a Ilha do Caju, a Ilha dos Poldros, a Ilha de Carnaubeiras e as ilhas Canárias.
Na divisa com o Estado do Piauí, Araióses é a primeira cidade maranhense na área do Delta das Américas e, como portão de entrada do Pólo 3, precisa oferecer serviços de qualidade compatível com o modelo de desenvolvimento turístico proposto pelo Plano Maior.

O que se deseja ter
Conceito de desenvolvimento
CONJUNTO DE CENTROS ECOTURÍSTICOS PARA COMPREENDER A BIODIVERSIDADE DO DELTA EM MAR ABERTO.

Público-alvo
Ecoturistas da Europa (prioridade: França, Alemanha e Portugal), do Cone Sul (prioridade: Argentina), dos EUA, e do resto do Brasil (prioridade: São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro).
Estudantes e pesquisadores do Maranhão.

O que se vai estruturar
Projetos
Ø  Araióses será o portão de entrada do Pólo.
Ø  Ilha das Canárias: centro de excursões.
Ø  Carnaubeiras: porto de pesca.
Ø  Ilha do Caju: modelo de ecoturismo.
Ø  Tutóia e Paulino Neves: lazer no Delta.

O que se vai promover
A sua especificidade como delta e também sua área geográfica, que se encontra, em sua maior parte, no Estado do Maranhão.

Metas 2010
Ø  Número de turistas: 100.000
Ø  500 Unidades Habitacionais em Ecopousadas
Ø  Empregos indiretos na implantação: 10.500
Ø  Empregos diretos na fase operacional: 1.100
Ø  Investimentos:
·         Setor privado: R$ 37 milhões
·         Setor público: R$ 26 milhões



POLO 3: DELTA DAS AMÉRICAS [DELTA DO RIO PARNAÍBA] Programas e ações
MACROPROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO PÓLO 3
PROJETOS
ARAIOSES
PORTÃO DE ENTRADA
CARNAUBEIRAS
PORTO DE PESCA
PAULINO NEVES E TUTÓIA
LAZER NO DELTA
PROGRAMAS
SUBPROGRAMAS
AÇÕES
AÇÕES
AÇÕES


INFRA-ESTRUTURA BÁSICA E DE SUPORTE
SANEAMENTO BÁSICO
Saneamento básico
Saneamento básico
Saneamento básico
Limpeza urbana
ACESSIBILIDADE
Sinalização urbana e turística
Centro de interpretação turística
Melhoria do transporte público
Construção do terminal rodoviário
Construção de pista de pouso e terminal de passageiros
Pavimentação do acesso araióses – Carnaubeiras
Melhoria do porto

TELEFONIA E ENERGIA
Ampliação do serviço de telefonia
Melhoria do sistema elétrico
Ampliação do serviço de telefonia
Melhoria do sistema elétrico
Ampliação do serviço de telefonia
Melhoria do sistema elétrico

PLANEJAMENTO
PLANO DIRETOR
Plano diretor urbanístico
Plano diretor urbanístico
Plano diretor urbanístico
REGULAMENT. AMBIENTAL
Zoneamento econômico e ecológico para toda a APA do Delta
Vigilância e fiscalização ambiental


DESENVOLV. DE PROJETO
Desenvolvimento de produtos de ecoturismo
Desenvolvimento de projetos de ecoturismo


PESQUISA
Pesquisa tecnológica para implantação de infra-estrutura e serviços básicos



FORMAÇÃO

Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos

Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos
Implantação do Centro de Treinamento Turístico e Ambiental (escola do povoado Brejo)

FORMAÇÃO



Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos
Parcerias para gestão e operacionalização do Centro de Treinamento Turístico e Ambiental e dos cursos programados

REESTRUTURAÇÃO DOS  PRODUTOS TURÍSTICOS ATUAIS

EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
Restaurantes
Pousadas

Restaurantes
Pousadas
ESTRUTURAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS TURÍSTICOS
EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
Política de incentivo à construção e implantação de novos equipamentos turísticos
Política de incentivo à construção e implantação de novos equipamentos turísticos
Política de incentivo à construção e implantação de novos equipamentos turísticos


RECURSOS TURÍSTICOS
Barco de Pesquisa
Barco turístico
Artesanato de carnaúba
Ilha das Canárias: centro de excursões
Mercadinho de caranguejo
Restaurantes de pescadores
Ecopousadas
Roteiro da cata do caranguejo
Festival gastronômico do caranguejo
Ecopousadas
Restaurante
Lago da Taboa e Barra do Tatu
Vaquejada regional
São João do interior




Uma região com inquestionável potencial para o ecoturismo, constituída por ilhas e um conjunto de canais navegáveis, em área da Amazônia Legal, a FLORESTA DOS GUARÁS é um pólo de pesca artesanal, da atividade náutica tradicional e um paraíso de diferentes aves aquáticas e migratórias.
Cururupu foi escolhida como portão de entrada do Pólo, onde serão desenvolvidas ações que viabilizem o acesso e a locomoção nos limites urbanos e para os seus diferentes atrativos.

O que se deseja ter
Conceito de Desenvolvimento
CONJUNTO DE POVOADOS COM FORTE TRADIÇÃO EM PESCARIA ARTESANAL, CONECTADOS AO MAR POR CANAIS NATURAIS NAVEGÁVEIS.

Público-alvo
Ø   Ecoturistas da Europa (prioridade: França, Alemanha e Portugal), do Cone Sul (prioridade: Argentina), dos EUA, e do resto do Brasil (prioridade: São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro).
Ø   Outros públicos específicos: observadores de pássaros, mergulhadores, regatistas de vela.
O que se vai estruturar
·                                                      Cururupu será o portão de entrada deste Pólo.
·                                                      Ilha dos Lençóis Maranhenses: Modelo de Ecoturismo.
·                                                      Cedral, Guimarães e Porto Rico: Povoados pesqueiros.
·                                                      Alcântara: História da Amazônia.

O que se vai promover
A vida das pessoas e sua integração com as Reentrâncias, que são parte da Amazônia.

Metas 2010
Ø  Número de turistas: 30.000
Ø  175 Unidades Habitacionais em Ecopousadas
Ø  Empregos indiretos na implantação: 8.300
Ø  Empregos diretos na fase operacional: 400
Ø  Investimentos:
·         Setor privado: R$ 13 milhões
·         Setor público: R$ 37 milhões




POLO 4: FLORESTA DOS GUARÁS: Programas e ações
MACROPROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO PÓLO 4
PROJETOS
CURURUPU
PORTÃO DE ENTRADA
ILHA DOS LENÇÓIS MARANHENSES
MODELO DE ECOTURISMO
CEDRAL
POVOADOS PESQUEIROS
GUIMARÃES E
PORTO RICO
PROGRAMAS
SUBPROGRAMAS
AÇÕES
AÇÕES
AÇÕES
AÇÕES




INFRA-ESTRUTURA BÁSICA E DE SUPORTE
SANEAMENTO BÁSICO
Saneamento básico
Saneamento básico
Limpeza pública
Saneamento básico (sede e povoados)
Limpeza urbana (sede e povoados)
Saneamento básico

ACESSIBILIDADE
Sinalização urbana e turística
Centro de Interpretação da Natureza
Pavimentação do acesso Cururupu-Palacete-Pindobal
Melhoria do porto de Pindobal
Melhoria do sistema de transporte público
Ampliação do aeroporto
Construção do terminal rodoviário
Construção do porto
Melhoria do porto
Pavimentação do acesso Cedral-Outeiro
Pavimentação do acesso Cedral-Pericáua

TELEFONIA E ENERGIA
Ampliação do serviço de telefonia
Melhoria do sistema elétrico
Ampliação do serviço de telefonia
Melhoria do sistema elétrico
Ampliação do serviço de telefonia
Melhoria do sistema elétrico
Ampliação do serviço de telefonia
Melhoria do sistema elétrico
INFRA-ESTRUTURA BÁSICA E DE SUPORTE

CENOGRAFIA URBANA


Urbanização da praia do Outeiro





PLANEJAMENTO
PLANO DIRETOR
Plano diretor urbanístico

Plano diretor urbanístico
Plano diretor urbanístico
REGULAMENTA. AMBIENTAL
Zoneamento econômico e ecológico da APA das Reentrâncias Maranhenses
Vigilância e fiscalização ambiental
Criação de aérea de interesse turístico


DESENVOLV. DE PROJETO
Desenvolvimento produtos de ecoturismo
Desenvolvimento projetos de ecoturismo



PESQUISA
Pesquisa tecnológica para implantação de infra-estrutura e serviços básicos 



FORMAÇÃO

Oficina de treinamento ambiental
Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos
Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos
Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos
Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos
REESTRUTURAÇÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS ATUAIS
RECURSOS TURÍSTICOS


Regata de Cedral
Novas atividades

ESTRUTURAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS TURÍSTICOS
EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
Política de incentivo à construção e implantação de novos equipamentos turísticos
Política de incentivo à construção e implantação de novos equipamentos turísticos
Política de incentivo à construção e implantação de novos equipamentos turísticos


RECURSOS TURÍSTICOS
Restaurantes
Ecopousadas
Cruzeiro dos canais
Mercado das Embarcações
Restaurantes de Pescadores
Ecopousadas
A Ilha: observação de pássaros
A Ilha: sua gente
As praias e as ilhas
Restaurantes
Ecopousadas
Cruzeiro dos canais
Mercado das Embarcações
Alcântara e Guimarães: passagem da Ponta da Areia




A região oeste do Maranhão, onde Imperatriz exerce o papel de cidade principal, concentra uma forte e diversificada atividade econômica, em fase de franca expansão. Este potencial pode e deve ser explorado na definição da criação de novos produtos turísticos.
O Pólo da Chapada das Mesas localiza-se em região típica de cerrado e conta com atrativos naturais específicos, como cachoeiras, chapadas e sítios arqueológicos. 
O cerrado reúne características geoambientais diferentes de todos os recursos naturais do restante do Maranhão. Uma pesquisa sobre os ecossistemas ameaçados, realizados por uma ONG internacional, publicada recentemente, aponta o cerrado como sendo extremamente rico e diversificado e cuja biodiversidade só é menor que a da Mata Atlântica.
Das cidades incluídas no Pólo, Carolina é hoje a que está mais voltada para o turismo. Atualmente, conta com alguns produtos turísticos parcialmente estruturados, conhecidos e procurados pelos visitantes das cidades próximas e dos estados vizinhos, sobretudo Tocantins e Pará.

O que se deseja ter
Conceito de Desenvolvimento
LAZER ENTRE CACHOEIRAS E AVENTURA NAS CHAPADAS

Ø  Público-alvo
Ø  Turistas da região dos estados vizinhos - Produto lazer
Ø  Grupos especializados dos estados vizinhos e do resto do Brasil - Esporte e aventura.

O que se vai estruturar
Ø  Imperatriz: portão de entrada deste Pólo.
Ø  Carolina: Cidade de Lazer.
Ø  Riachão: Centro de Ecoturismo.
Ø  Criação do Parque Estadual das Mesas.

O que se vai promover
O uso das cachoeiras para banho, com outras possibilidades para os esportes de aventura.

Metas 2010
Ø  Número de turistas: 100.000
Ø  400 Unidades Habitacionais em Ecopousadas
Ø  Empregos indiretos na implantação: 7.500
Ø  Empregos diretos na fase operacional: 900
Ø  Investimentos:
·         Setor privado: R$ 30 milhões
·         Setor público: R$ 15 milhões



 PÓLO 5 - CHAPADA DAS MESAS: PROGRAMAS E AÇÕES

MACROPROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO PÓLO 5
PROJETOS
IMPERATRIZ
PORTÃO DE ENTRADA
CAROLINA
CIDADE DE LAZER
RIACHÃO
CENTRO DE ECOTURISMO
PARQUE ESTADUAL DA CHAPADA DAS MESAS
PROGRAMAS
SUBPROGRAMAS
AÇÕES
AÇÕES
AÇÕES
AÇÕES


INFRA-ESTRUTURA BÁSICA E DE SUPORTE
SANEAMENTO BÁSICO
Saneamento básico
Limpeza urbana
Saneamento básico
Limpeza urbana
Saneamento básico
Limpeza urbana

ACESSIBILIDADE
Sinalização urbana
Postos de informação turística (aeroporto e rodoviária)
Melhoria do transporte público e turístico
Recuperação da BR-010
Sinalização turística
Posto de informação turística
Recuperação da BR 230 no trecho Carolina-Riachão


CENOGRAFIA URBANA

Urbanização da   beira-rio



PLANEJAMENTO
PLANO DIRETOR
Plano diretor urbanístico
Plano diretor urbanístico
Plano diretor urbanístico

REGULAMENT. AMBIENTAL



Plano de manejo
Vigilância e fiscalização ambiental

PLANEJAMENTO
DESENVOLV. DE PROJETO
Desenvolvimento de produto ecoturístico
Desenvolvimento de projetos ecoturístico


Estudo para criação e implantação do Parque Estadual das Mesas
PESQUISA
Pesquisa tecnológica para implantação de infra-estrutura e serviços básicos 




FORMAÇÃO

Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos
Implantação do Centro de Treinamento Turístico e Ambiental
Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos
Parcerias para gestão e operacionalização do Centro de Treinamento Turístico e Ambiental e dos cursos programados
Oferta de cursos de formação e treinamento para os diferentes serviços turísticos


REESTRUTURAÇÃO DE PRODUTOS turísticos

EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
Restaurantes
Hotéis e pousadas
Melhoria dos equipamentos turísticos existentes
Balneário de Pedra Caída
Balneário de Itapecuruzinho
Restaurantes
Pousadas
Pousadas
Restaurantes


ESTRUTURAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS turísticos



EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS

Subprograma de incentivo à construção e implantação de novos equipamentos turísticos
Subprograma de incentivo à construção e implantação de novos equipamentos turísticos


RECURSOS TURÍSTICOS
Encontros de Negócios (Pólo Coureiro)
Eventos
Rio Farinha e as cachoeiras
Balneário no rio Tocantins
Lazer e diversão em Carolina
Santa Bárbara - Centro de Esporte e aventura

 


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