segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

[332] CHINA E SEU BUSCADOR BAIDU: PAÍS COM O MAIOR NÚMERO DE USUÁRIOS DE INTERNET NO MUNDO




Facebook RAS: 
(1889) CHINA E SEU BUSCADOR BAIDU: PAÍS COM O MAIOR NÚMERO DE USUÁRIOS DE INTERNET NO MUNDO: 686 milhões de pessoas = mais de 6 vezes o total da população do Brasil (hoje, dez.2016, somos 206 milhões de brasileiros e brasileiras).

BAIDU

GOOGLE MADE IN CHINA

January 2000: Baidu was co-founded by Robin Li

 

Revisão_03; 19dez2016

 

 

[BAIDU] “Google chinês”

 

Fonte: Insight Comunicação; Nº 5.512; Rio de Janeiro, 8 de dezembro de 2016
O Baidu, gigante chinês da internet, prepara sua entrada no Brasil. O site de buscas promete artilharia de guerra para deslocar mercado do Google no país. Um seleto grupo de executivos brasileiros da área digital, que viajou recentemente para Pequim a convite da companhia, teve uma pequena mostra dos planos. Consultado, o Baidu confirmou que “está analisando sua implementação no Brasil”.

 



 


Fonte: Por Emerson Alecrim; 12/11/2013 às 17h05 ; NEWS227
https://tecnoblog.net/144977/baidu-brasil-aplicativos-promessa-de-trazer-buscador/

A chinesa Baidu reuniu a imprensa nesta terça-feira, em São Paulo, para oficializar o início de suas operações no Brasil. A empresa possui escritório no país desde o ano passado, mas somente agora é que está lançando seus primeiros produtos adaptados para o nosso mercado. No entanto, o principal deles, o buscador que leva o nome da empresa, demorará um pouco mais para estrear.
Sim, os chineses querem quebrar a hegemonia do Google no Brasil. Para Yan Di, diretor-geral da Baidu (último da direita na foto acima), há algo de errado por aqui para que a companhia de Mountain View concentre 91% das buscas no país enquanto que, globalmente, a sua média é de 70%.
Yan Di, um executivo chinês que conversa satisfatoriamente em português, fala com a propriedade de quem representa o segundo maior buscador do mundo. Está certo que este feito só foi possível porque o Baidu é popular justamente no gigantesco mercado chinês, mas a empresa acredita ter potencial para expandir seus negócios para outros países, sendo o Brasil peça-chave neste plano.
Só que a estreia em terras tupiniquins é um tanto quanto estranha. A empresa está trazendo o Hao123, uma espécie de diretório de sites para usuários que estão começando a usar a internet agora (a versão brasileira já existe há algum tempo, na verdade, mas agora é oficial) e alguns aplicativos para Windows: o Baidu Antivirus, o PC Faster (para “limpeza” do sistema operacional) e o Spark Browser.
Este último é o que chama mais atenção. Trata-se de um navegador baseado no WebKit capaz de executar torrents (na versão beta), baixar vídeos de streaming (sim, como o YouTube), receber comandos por gestos e de fazer capturas de tela sem necessidade de plugins.
Há também aplicativos para Android, como o Du Battery, para reduzir o consumo de energia pelo aparelho, e o Du Speed Booster, que promete otimizar o desempenho do dispositivo. Embora a Baidu também tenha apps para outras plataformas, como o iOS, o foco no Brasil está no sistema do Google por causa da sua maior popularidade.
No evento, a empresa justificou a aposta nestes aplicativos e a gratuidade de todos eles dizendo que, na fase inicial, a ideia é utilizá-los para conhecer melhor os hábitos dos usuários brasileiros. Exatamente como? Não disseram, mas dá para imaginar…
Mas o que interessa mesmo é o buscador, cuja versão em português, de codinome “Alladin”, já está em testes, segundo os executivos da Baidu, e poderá inclusive contar com servidores no Brasil. Em um vídeo de aproximadamente quinze segundos, foi possível ver que, entre os seus recursos, estará a possibilidade de executar vídeos ou jogos sem sair das páginas de resultados.
Quando o serviço chega? Não souberam/quiseram informar, mas pelo bem da concorrência, a gente espera que logo.
Mais sobre: Baidu

 



 


Fonte; Tecnoblog.net; Por Emerson Alecrim; 21/07/2014 às 16h03; ESPECIAL221
https://tecnoblog.net/160129/estreia-buscador-baidu-brasil/


Entre o início das operações da empresa no Brasil e a prometida estreia de seu principal produto, o buscador, passaram-se quase nove meses, mas aí está: a versão brasileira do Baidu começou a funcionar oficialmente na última semana e vem com a árdua missão de fazer frente ao líder absoluto do segmento, o Google. Será que os chineses terão algum sucesso?
O Google domina o mercado de buscas porque não se permite ficar parado no tempo. Seu mecanismo de busca é um sistema em constante evolução, entregando resultados cada vez mais personalizados e integrados a outros serviços (Maps, Shopping, YouTube e assim por diante). A consequência é uma dependência massiva quase que inconsciente do ecossistema da empresa.
Pode ter certeza de que os chineses sabem disso. Mesmo assim, a (empresa) Baidu acredita ser capaz de conseguir abocanhar pelo menos uma fatia do segmento: em um evento realizado no final de 2013 em São Paulo, o diretor-geral da empresa disse haver algo de errado no Brasil para que a companhia de Mountain View concentre 91% das buscas no país enquanto que, globalmente, a sua média é de 70%.

Baidu brazuca

De fato, o Google é derrotado em poucos países, como Rússia e China. Neste último, o mecanismo de busca mais utilizado é justamente o Baidu, cuja fatia de mercado também gira em torno dos 70%. Talvez seja este número expressivo que faça a companhia acreditar que pode competir em outros países, embora as tentativas já realizadas tenham dado pouco resultado – no Japão, por exemplo, a participação do Baidu é pífia.
Acessível apenas pelo endereço “http://br.baidu.com” (o domínio “baidu.com.br” está “travado” no Registro.br), a versão brasileira do Baidu parece funcionar bem.
Nos testes feitos para este post, o buscador entregou links consistentes nos primeiros resultados (e não páginas de conteúdo duvidoso). Além disso, é rápido, tem visual limpo (sem links patrocinados ou banners) e faz sugestões de termos relacionados à pesquisa atual no topo da página.
Na home do Baidu, há links para serviços como Facebook, YouTube e UOL. Há necessidade disso? Não, mas talvez esta seja uma forma de atrair empresas interessadas em pagar para exibir sua marca ali.
Assim como no Google, o campo de busca também é capaz de autocompletar resultados e, curiosamente, possui uma seta à direita que indica as pesquisas mais realizadas naquele momento.
O serviço também é capaz de fazer buscas por imagens e vídeos. Talvez o seu maior diferencial em relação ao Google fique para o Postbar, uma espécie de fórum que permite ao usuário pesquisar opiniões ou debater temas procurados (mas que, atualmente, não exibe nada de muito relevante).

A princípio, os resultados são relevantes, mas não parecem superar os do Google

Mesmo funcionando bem, não é difícil perceber que os recursos do Baidu não são suficientes para “roubar” usuários do Google. Talvez seja por isso que o serviço teve uma estreia tão tímida por aqui: é possível que a intenção da empresa nesta primeira fase seja a de entender as peculiaridades do mercado brasileiro.
Sim, a estreia foi bastante discreta. É verdade que o lançamento se deu durante um evento em Brasília que contou inclusive com a presença da presidente Dilma Rousseff, mas a cerimônia, na verdade, foi realizada para celebrar mais de 30 acordos de cooperação entre Brasil e China.
A estreia do buscador representa apenas um deles, mas vem com audácia, prevendo até mesmo parcerias com universidades para a criação de um centro de pesquisa e desenvolvimento da Baidu no Brasil.
É como se a empresa estivesse dizendo que a sua chegada é lenta, mas que está vindo para ficar, embora seus executivos sejam cuidadosos o suficiente para não revelar metas ou planos.
Mesmo assim, já podemos esperar por uma estratégia mais agressiva para os próximos meses: ao The Next Web, o CEO da companhia Robin Li explicou que “o Baidu não vai esperar as pessoas descobrirem o serviço e então usá-lo por conta própria”.
A declaração pode significar muitas coisas, desde campanhas publicitárias a acordos para portais estabelecerem o Baidu como seu mecanismo de busca padrão.
Tomara que não, mas a afirmação também pode sinalizar que a empresa adotará a inconveniente (para não dizer outra coisa) estratégia de distribuir extensões do Baidu brasileiro junto a instaladores de programas baixados em sites de download, a exemplo do que já ocorre com produtos como Hao123 e Baidu Antivirus.
Certeza mesmo é que, por ora, não há nada capaz de quebrar a hegemonia do Google no Brasil.
Atualizado às 23:30

 



 


Fonte: Tecnoblog.net; Por Emerson Alecrim; 09/10/2014 às 14h19;  atrás; NEWS118


1.       O grupo Baidu acaba de sinalizar mais uma vez que chegou ao Brasil para ficar: depois de lançar a versão brasileira de seu buscador – o mais popular da China -, a companhia adquiriu o controle do Peixe Urbano. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (9).
  1. A intenção, obviamente, é aumentar a atuação do grupo no Brasil. O segmento de compras coletivas já não mobiliza o mercado como antes, mas a Baidu acredita que o Peixe Urbano ainda tem potencial para ajudá-la em sua expansão – o site é um dos poucos “sobreviventes” de um modelo de negócio que entrou em decadência rapidamente.
3.       Um dos caminhos para este fim pode ser a integração do Peixe Urbano com o serviço de busca. Pelo menos é o que Johnson Hu, diretor geral de negócios globais do grupo chinês, dá a entender: “o investimento no Peixe Urbano permitirá ao Baidu acelerar seu crescimento na internet brasileira e desenvolver com maior velocidade parcerias com fornecedores de serviços que resultem em recursos avançados para nosso buscador em língua portuguesa”.
4.       Em seu comunicado, a Baidu informou que, mesmo se tornando o maior acionista, pretende manter o Peixe Urbano como um negócio administrado separadamente, preservando inclusive a marca e a atual equipe do serviço.
5.       Os valores envolvidos no negócio não foram revelados. Mas, quando a versão brasileira do Baidu foi lançada, a companhia prometeu investir pelo menos R$ 120 milhões no país durante os próximos três anos. É possível que parte deste montante tenha sido direcionada à aquisição do controle do Peixe Urbano.
6.       Apesar de o buscador ter sido lançado no Brasil em junho deste ano, a Baidu atua no país desde o último trimestre de 2013. Os primeiros produtos trazidos pela empresa são aplicativos como Hao123, Baidu Antivirus e PC Faster, todos muito criticados por serem distribuídos na forma de “crapwares” (como você, talvez por experiência própria, deve saber).
7.       O Peixe Urbano, por sua vez, surgiu no início de 2010, e só conseguiu sobreviver ao declínio das compras coletivas por ter passado a se focar também na promoção de ofertas regionais.

 



 

O escritório do BAIDU no Brasil [13mai2016]


Ø No Brasil há quase três anos, o Baidu ainda luta contra o estigma que a palavra “chinês” possui por aqui e para desfazer o estrago que equívocos em sua estratégia inicial no país causaram.

Por Emily Canto Nunes ; 13/5/16, 10h32 4 min 41 comentários
https://www.manualdousuario.net/baidu-brasil-escritorio/


O Manual do Usuário foi dar um rolê no escritório da empresa em São Paulo, no bairro Cidade Monções, na região da Berrini, próximo ao Brooklyn. É o primeiro e, até agora, único dos chineses na América Latina.
Conhecido por seu buscador, que no momento passa por uma reformulação e deve ser relançado em breve, o Baidu reviu sua estratégia desde que chegou ao Brasil. A principal mudança é que ele deixou de lado as campanhas do tipo “deseja instalar também?” em que seus programas eram baixados e instalados em conjunto com outros sem que o usuário sequer percebesse.
FELIPE ZMOGINSKI, gerente de marketing da empresa que nos recebeu na sede do Baidu no Brasil para uma conversa, reconheceu que a chegada no país foi feita de forma equivocada. Segundo ele, esse tipo de campanha é recorrente não só em outras companhias (1), mas também em outros mercados. No Egito, por exemplo, as pessoas veem como vantagem receber mais programas do que esperavam.
Aqui no Brasil há uma rejeição forte ao modelo. Essa campanha agressiva, atrelada ao fato de que na época o Baidu era uma marca desconhecida por aqui, e uma chinesa, acabou dificultando o início das operações. Por isso, em 2015, em paralelo à mudança de postura o Baidu fez uma ação que contava com um ator do grupo Porta dos Fundos e um canal telefônico gratuito para ajudar os usuários que desejassem remover seus aplicativos do computador.
Hoje, com o Baidu Browser sendo reformulado, o Google da China, como alguns gostam de chamar o Baidu, segue apostando em apps para diversas plataformas como o Baidu Antivírus (Windows) e o Du Speed Booster (Android).
Além disso, o Baidu é um dos nomes por trás da ABO2O, uma entidade privada e sem fins lucrativos que reúne mais de 30 empresas e três fundos de investimentos com o objetivo de fomentar o empreendedorismo local. A empresa também toca o seu próprio programa de aceleramento, o Baidu Acelera. Nessa iniciativa, o Baidu cede crédito para os aplicativos acelerados colocarem anúncios nos programas da empresa chinesa — que, importante dizer, só são baixados se o usuário clicar. E isso só falando em Brasil: globalmente, a empresa que ocupa a 11ª posição no ranking da Forbes e investe em áreas bastante diversificadas como gadgets vestíveis, deep learning (liderada pelo ex-Googler e gênio da área Andrew Ng), inteligência artificial e carros autônomos.

O escritório

Em São Paulo, a equipe de cerca de 20 pessoas do Baidu divide o escritório com o Peixe Urbano, empresa adquirida no final de 2014. Como todo espaço de trabalho de empresa de Internet, o do Baidu é engraçadinho e reúne algumas das tecnologias que a companhia já comercializa em seu país de origem.
A área de trabalho, por exemplo, é monitorada por câmeras Wi-Fi integradas ao serviço de nuvem do Baidu. Além delas, o espaço conta com uma balança Wi-Fi que sincroniza dados da saúde dos funcionários, como peso e percentual de gordura, e envia esses dados, de forma privada, para os smartphones dos usuários.
Outros gadgets utilizados no dia a dia são de vídeo conferência, aspirador-robô para limpeza do ambiente e até copos inteligentes que monitoram o volume de líquido bebido ao longo do dia. Nesses casos, de acordo com o Baidu, os dados são enviados para uma conta privada do usuário na nuvem.
Na China, o Baidu oferece dois terabytes de espaço gratuito para usuários de seus serviços, algo que por aqui dificilmente seria mal visto mesmo aqui…

1.              Algo que a Microsoft, por exemplo, fez durante anos com Internet Explorer, MSN Messenger e Skype e pouca gente reclamou.

 

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BAIDU’s HISTORY

Ø CHINA has the world’s largest Internet user population—686 million as of January 2016!

Position in: 19Dec2016
http://ir.baidu.com/phoenix.zhtml?c=188488&p=irol-homeprofile

[1] The booming Internet in China
You don’t need us to tell you that China’s Internet space is booming. With the world’s largest Internet user population—686 million as of January 2016—and a long way to go to reach Internet penetration levels of developed countries, China’s Internet industry is growing in both scale and influence. And as more and more Chinese users come online, Baidu continues to innovate to meet their changing needs and diverse tastes. We aim to serve the needs of our users and customers with products and solutions that prioritize the user experience and reflect our corporate culture – simple and reliable.

[2] The origin of Baidu’s name
Our name was inspired by a poem written more than 800 years ago during China's Song Dynasty. The poem compares the search for a retreating beauty amid chaotic glamour with the search for one's dreams while confronted by life's many obstacles. “…Hundreds and thousands of times, for her I searched in chaos / Suddenly, I turned by chance, to where the lights were waning, and there she stood." Baidu, whose literal meaning is “hundreds of times,” represents a persistent search for the ideal.

[3] Baidu’s history
Baidu was co-founded in 2000 by Internet pioneer ROBIN LI, creator of visionary search technology Rankdex, a method of hyperlink analysis. He set out to provide the best and most equitable way for people to find what they're looking for and built a company culture predicated on two principles: simplicity and reliability. Over the past 16 years, we have striven to fulfill our mission by listening carefully to our users. In order to provide intelligent, relevant search results for the tens of billions of queries that are entered into our search platform every day, we focus on powering the best technology, optimized for up-to-date local tastes and preferences. Our deep understanding of Chinese language and culture is central to our success in our home market, and this understanding has allowed us to tailor our search technology for our users’ needs.
We also see tremendous opportunity to service users outside China, in markets such as Brazil, Egypt, Indonesia, Japan, and Thailand. We are beginning to see our international products gain traction, with 260 million monthly active users in December 2015.

[4] Baidu’s platform
We provide our users with many channels to connect to information and services. In addition to our core web search product, we power several popular community-based products. These include Baidu PostBar, the world’s first and largest Chinese-language query-based searchable online community platform; Baidu Knows, the world’s largest Chinese-language interactive knowledge-sharing platform; and Baidu Encyclopedia, the world’s largest user-generated Chinese-language encyclopedia. Beyond these marquee products we also offer dozens of popular vertical search-based products, such as Maps, Image Search, Video Search, News Search, and many more. We power these through our cutting-edge technology, continually innovating to enhance these services. Over the past few years, rapid mobile adoption has dramatically altered the Internet landscape and opened up tremendous opportunities. In the mobile era, mobile search, maps and app distribution are large scale, powerful gateways that China’s users rely on to connect and discover. Mobile revenue comprised 60% of our total revenue as of Q1 2016, and mobile search accounted for approximately two-thirds of total search traffic on Baidu. As Baidu grows and evolves in the age of mobile, we are taking mobile search to the next stage by connecting users with both information and services, enabling users to complete closed loop transactions and providing local merchants across multiple industry verticals with an integrated online marketing and transaction services solution.
In addition to serving individual users, we also serve as a media platform for online marketing customers. Our online marketing business model is mainly based on a performance-oriented marketing platform for businesses to cost-effectively reach targeted Internet users. We offer performance-based online marketing services and display advertisements through both organic Baidu websites and our affiliated website partners (Baidu Union). Our affiliated Baidu Union partners direct traffic to us by integrating a Baidu search box into their websites and/or by displaying relevant contextual promotional links for our customers. The majority of our revenue is derived from performance-based online marketing services, whereby our customers pay on a cost per click basis when their paid-link is clicked through by users. Our goal is to give our customers an online marketing platform with a full range of marketing options, an extensive selection of tools for managing their accounts, and data for analyzing and optimizing ROI.

BAIDU TIMELINE / MILESTONES
http://ir.baidu.com/phoenix.zhtml?c=188488&p=irol-milestones
2016
APR: Baidu Encyclopedia celebrated its 10th anniversary
2015
DEC: Baidu Maps celebrated its 10th anniversary; monthly active users reached 302 million
NOV: Baidu included in MSCI
OCT: Baidu completed Qunar share exchange with Ctrip
JUN: Daily active users of Mobile Baidu search app reached 100 million; daily Baidu universal logins reached 100 million
MAR: Mobile revenue reached 50% of total revenue
2014
MAY: Baidu opened its U.S. R&D Center in Sunnyvale, California
MAY: Baidu launched Baidu Takeout Delivery
APR: Baidu launched Baidu Wallet
2013
DEC: Baidu Postbar celebrated its 10th anniversary
OCT: Baidu acquired a 100% equity interest in 91 Wireless from NetDragon for US$1.9 billion
AUG: Baidu acquired a 59% equity interest in Nuomi from Renren for US$160 million (Baidu subsequently acquired the remaining shares of Nuomi in Jan 2014)
MAY: Baidu acquired the online video business of PPS for US$370 million, merged PPS with Baidu’s subsidiary video platform iQiyi
2012
NOV: Baidu acquired a controlling interest in iQiyi
2011
JULY: Baidu acquired a majority stake in Qunar for US$306 million
2010
APR: Baidu changed the ratio of its ADSs representing Class A ordinary shares from 1 ADS for 1 share to 10 ADS for 1 share
FEB: Baidu established a new independent company Qiyi (currently known as iQiyi), an online video platform through joint venture with Providence Equity Partners
2009
NOV: Baidu moved into new headquarters “Baidu Campus” in Shangdi, an area designated by the Beijing municipal government as Beijing’s information technology industry center
APR: Baidu launched the online marketing system Phoenix Nest
2005
AUG: Baidu completed initial public offering on NASDAQ under the symbol “BIDU”
2000
JAN: Baidu was co-founded by Robin Li


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